18 outubro 2009

Terra das Malandrices

1ª Mostra Erótica-Paródica de Caldas da Rainha

A malta da Confraria do Príapo (de que eu orgulhosamente faço parte) preparou este evento, que decorrerá ao longo de quatro semanas, entre 22 de Outubro e 22 de Novembro.

Crica para veres o cartaz da 1ª Mostra, feito pela nossa confreira e artista Sandra Rodrigues, num tamanho mais decente
Cartaz da 1ª Mostra

autoria - Sandra Rodrigues

O programa é muito abrangente:
> exposição das peças cerâmicas mais representativas daquilo que é actualmente produzido e comercializado no concelho;
> exposições de arte erótica e malandrices produzidas noutros materiais, incluindo produtos alimentares da gastronomia e confeitaria caldense;
> exposições e palestras dirigidas a públicos variados;
> acções de animação
> gastronomia.

Pela minha parte, estou a pensar fazer o 12º Encontra-a-Funda nas Caldas da Rainha, no fim de semana entre 13 e 15 de Novembro, aproveitando esta Mostra. Quem alinha ponha o dedo do meio no ar!

Depelámo-nos

Quero o suspiro azulado
da meia luz fraca
que se desintegra
no desintegrar dos limites
entre dois corpos
duas peles eram fronteiras
depelámo-nos...

Quero o desfalecer rosado
de possessão demoníaca
sublime entrega
na entrega dos pedintes
somos fracos
duas carnes comem as barreiras
descarnámo-nos...

O esfíncter pede para parar!


crica para visitares a página John & John de d!o

Só mesmo os chineses para fazerem uma malandrice com a bandeira de Portugal

Quem já viu a minha colecção sabe que algumas das minhas peças estão classificadas como "coisas que não era suposto serem malandrecas... mas são".
Numa loja dos chineses vi este pequeno porta-chaves com uma luva de boxe decorada com a bandeira portuguesa.
Bem fálico, não acham? Só mesmo uma pessoa tarada poderia colocar o escudo de armas de Portugal a servir de freio.


17 outubro 2009

Pure Chess

- Ó Bispo das Pretas, porque é que vão começar o jogo sem a vossa Rainha?
- Olha, Torre das Brancas, eu ouvi dizer que o nosso Rei está lixado com ela, todo ciumento porque já foi comida três vezes seguidas pelo vosso Cavalo...



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Do que nos fomos lembrar, a partir desta cena...
São Rosas: "O cavalo é um bicho estranho. Umas vezes dá uma para a frente e três para o lado... outras três para a frente e outra para o lado... outras três para trás e uma para o lado... outras..."
Charlie: "É um cavalo doido, é o que é. Mas se der uma p'ra trás e três p'ró lado, ou melhor ainda uma p'ró lado e três p'ra trás, então só pode ser uma cavalona bichosa"


pedi-lhe que não andasse nua pela casa. ela fingiu não ouvir. que corresse as persianas do quarto. ela escancarou a janela. que ajoelhasse e me fizesse um broche. ela não ajoelhou. não me permitiu tocar-lhe, não me deu um beijo, não olhou para mim.
levantei-me e agarrei-lhe os pulsos, forçei o meu pénis contra a sua boca. ela resistiu. tapei-lhe o nariz, obrigando-a a abrir a boca. segurei-lhe a cabeça para que não fugisse. ela debateu-se. empurrei o pénis contra a sua garganta e ela quase sufocou. quando lhe retirei o pénis da boca para que ela me lambesse: «lambe.» ela ainda disse: "mordo-te", conseguindo excitar-me mais. prendendo-a ainda, disse-lhe: "vou enfiar-te os dedos na cona, se estiveres molhada vou-te aos cornos." estava. fui-lhe à cara, deixando a marca da minha mão na sua cara afogueada. ela arfava, mal conseguindo respirar. obriguei-a a sentar-se sobre mim, a vir-se enquanto lhe apertava dolorosamente os mamilos. vim-me também. ela levantou-se um pouco, apenas o suficiente para poder ver o esperma a escorrer entre as suas pernas. mandei-a limpá-lo com a boca. ela recusou fazê-lo.
empurrei-lhe a cabeça com força amarfanhando-a: nariz, boca, cabelo. «lambe». obedeceu. levantou a cabeça, juntou a sua boca à minha, as nossas línguas enroscaram-se, lamberam-se, engoliram-se. «amo-te» disse-lhe. ela vestiu-se. eu levantei-me e fui-me embora.

Da ventilação na patareca ao resguardo para a genitália






É impossível não gostar deste país.

16 outubro 2009

Cenoura... digo, notícia fresquinha!

crica para aumentares a admiração do padre
1ª página do diário «as Beiras» de hoje... e um padre que parece tão incrédulo quanto eu a olhar para este título bombástico... ou melhor, cenourástico!


crica para veres a cenoura maior
Será que estou a ler bem?! Sim, sim, estou a ler bem.


crica para leres melhor os detalhes da sodomização... ou melhor, cenourização.
Não sei o que será pior para o coitado do pastor: se o que lhe aconteceu, se ser notícia de primeira página pelo que lhe aconteceu.


O que é certo é que há muito que eu não me ria tanto.

Cuidado com as beatas em brasa

Porque às vezes, uma simples beata é quanto basta para provocar um incêndio de grandes proporções e não há água benta que nos valha. O clero da Amadora que o diga!

Mais um inenarrável simultâneo A Funda São / Blog do Katano

Imagem obtida n'O Andarilho

Sexta Feira à Noite ...


Sexta-feira à noite
Os homens acariciam o clitóris das esposas
Com dedos molhados de saliva.
O mesmo gesto com que todos os dias
Contam dinheiro, papéis, documentos
E folheiam nas revistas
A vida dos seus ídolos.

Sexta-feira à noite
Os homens penetram suas esposas
Com tédio e pénis.
O mesmo tédio com que todos os dias
Enfiam o carro na garagem
O dedo no nariz
E metem a mão no bolso
Para coçar o saco.

Sexta-feira à noite
Os homens ressonam de borco
Enquanto as mulheres no escuro
Encaram seu destino
E sonham com o príncipe encantado.

Poema de Marina Colasanti, Imagem da nova Colecção Sensual Emotion - Bad Girl

A Revanche Continua!



Capinaremos.com

15 outubro 2009

Maradona apela ao felácio


Sem qualquer assombro ou pudor, na entrevista após o jogo que apurou a Argentina para o Mundial 2010, Maradona confessou-se um adepto da prática do felácio e, numa atitude conciliatória, convidou os seus detractores a experimentarem esse acto com ele.

Sangue Quente

O corpo parado, distante. O corpo sentado, indiferente ao desassossego do olhar que tenta resistir de pé aos projécteis, autênticos mísseis que bombardeiam sem cessar as resistências do olhar que tenta bater em retirada para um qualquer ponto de fuga distante da imagem que ocupa o horizonte, a paisagem deslumbrante que esse rosto oferece a quem o olha e nunca mais esquece a sensação.

O olhar que tenta ocultar a emoção que baralha as palavras nessa batalha pela causa perdida de uma cegueira induzida em vão, a beleza que ignora as pálpebras da razão e invade todos os espaços por preencher e força alguém a dizer as coisas que preferia silenciadas.
As reacções apaixonadas que traem as melhores intenções no inferno interior de quem se revela vulnerável ao apelo do amor instantâneo, as palavras proibidas à solta num comentário extemporâneo que apanha de surpresa quem apostava na certeza da imunidade total e se calhar fazia mal em acreditar na resistência do olhar às inesperadas tentações que o destino adora semear pelo caminho a percorrer por quem não respeita linhas rectas.
A vontade de tomar as atitudes mais correctas e o instinto a vaguear pelos atalhos da imaginação traiçoeira que encontra sempre uma maneira de desarmar a lucidez e de despistar uma e outra vez o viajante incauto que tapa os ouvidos sem sucesso aos gritos do arauto possesso pelo descontrolo emocional, a descarga hormonal que desorienta a passada e altera a rota traçada com base no que é suposto.
E às vezes basta o poder de um rosto para desmentir essa forma de agir que se descobre errada quando a alma apaixonada prevalece sobre a regra definida pela tradição ou pelo costume.
Quando o sangue no coração ateia como combustível à mercê do lume.