Uma variante interessante da louça típica das Caldas que tenho na minha colecção.
29 junho 2013
28 junho 2013
Não, não é vida fácil...
Não se entende como tanta gente finge estranhar a possibilidade de alguém conseguir viver num estado de permanente paixão.
27 junho 2013
Colecção de pacotes de açúcar «O Falo das Caldas - Tradição e Inovação»
Boas novas que recebi hoje:
"Caras e caros confrades.
A tão esperada colecção de pacotes de açúcar "O Falo das Caldas - Tradição e Inovação" vai ser finalmente apresentada ao público no dia 5 de Julho (6ª feira), numa sessão quer terá início às 18.30 horas, no salão nobre da Junta de freguesia de Nossa Senhora do Pópulo (antiga Câmara Municipal).
O evento merece um porto de honra acompanhado por doces malandrices... E assim será!
As peças que deram origem à colecção vão estar em exposição no átrio da junta de freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, não no dia dia 5 mas no sábado seguinte, dia 13 de Junho das 10.00 às 23.00 horas, por forma a coincidir com o 2º Bazar à Noite que se irá realizar nesse dia na Praça da Fruta.
Trata-se de uma edição limitada e vocacionada para coleccionismo constituindo uma inédita homenagem à tradição fálica caldense e, ao mesmo tempo, um meio de angariação de fundos para a Confraria do Príapo.
Antes de tornar pública a colecção e da mesma entrar no mercado coleccionista estamos a fazer a sua divulgação prévia aos caríssimos Confrades que, deste modo, poderão manifestar o interesse na sua aquisição. Por comum acordo com os nossos parceiros coleccionistas, cada série será vendida pelo preço de 10 euros.
Saudações priapianas,
Edgar Ximenes
Presidente da Direção da Confraria do Príapo"
Já fiz a encomendinha destes pacotes de açúcar para a minha colecção. Entretanto, aproveitei para enviar uma mensagem para os meus confrades e confreiras:
"Muito bom! Parabéns!
Quero uma série para a minha colecção.
Já agora, aproveito para informar que firmei um acordo de parceria com uma empresa para a instalação da exposição permanente da minha colecção de arte erótica (...) em Lisboa.
Estamos neste momento a avançar já com a fase de projecto.
Embora, com muita pena minha, não se tenha concretizado o que eu durante muitos anos tentei - que a minha colecção ficasse nas Caldas da Rainha - da minha parte estou disponível para que o artesanato erótico das Caldas esteja devida e merecidamente representado nesse espaço, quer em termos de exposição, quer em termos de loja, quer ainda em termos de promoção e divulgação. Assim haja, mais do que vontade, interesse legítimo e demonstrado na prática por parte dos artesãos, do Município, da Confraria do Príapo e de outras entidades que directa ou indirectamente vejam vantagens potenciais nesta oportunidade.
Oportunamente auscultar-vos-ei com detalhes sobre o que proponho e, obviamente, estarei receptiva e agradecida por todas as sugestões e propostas que entendam apresentar-me.
Boa continuação de semana para todos
São Rosas"
Deliciem-se com os 8 pacotes de açúcar, com imagens de peças emblemáticas de (re)criadores de artesanato erótico das Caldas da Rainha:
"Caras e caros confrades.
A tão esperada colecção de pacotes de açúcar "O Falo das Caldas - Tradição e Inovação" vai ser finalmente apresentada ao público no dia 5 de Julho (6ª feira), numa sessão quer terá início às 18.30 horas, no salão nobre da Junta de freguesia de Nossa Senhora do Pópulo (antiga Câmara Municipal).
O evento merece um porto de honra acompanhado por doces malandrices... E assim será!
As peças que deram origem à colecção vão estar em exposição no átrio da junta de freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, não no dia dia 5 mas no sábado seguinte, dia 13 de Junho das 10.00 às 23.00 horas, por forma a coincidir com o 2º Bazar à Noite que se irá realizar nesse dia na Praça da Fruta.
Trata-se de uma edição limitada e vocacionada para coleccionismo constituindo uma inédita homenagem à tradição fálica caldense e, ao mesmo tempo, um meio de angariação de fundos para a Confraria do Príapo.
Antes de tornar pública a colecção e da mesma entrar no mercado coleccionista estamos a fazer a sua divulgação prévia aos caríssimos Confrades que, deste modo, poderão manifestar o interesse na sua aquisição. Por comum acordo com os nossos parceiros coleccionistas, cada série será vendida pelo preço de 10 euros.
Saudações priapianas,
Edgar Ximenes
Presidente da Direção da Confraria do Príapo"
Já fiz a encomendinha destes pacotes de açúcar para a minha colecção. Entretanto, aproveitei para enviar uma mensagem para os meus confrades e confreiras:
"Muito bom! Parabéns!
Quero uma série para a minha colecção.
Já agora, aproveito para informar que firmei um acordo de parceria com uma empresa para a instalação da exposição permanente da minha colecção de arte erótica (...) em Lisboa.
Estamos neste momento a avançar já com a fase de projecto.
Embora, com muita pena minha, não se tenha concretizado o que eu durante muitos anos tentei - que a minha colecção ficasse nas Caldas da Rainha - da minha parte estou disponível para que o artesanato erótico das Caldas esteja devida e merecidamente representado nesse espaço, quer em termos de exposição, quer em termos de loja, quer ainda em termos de promoção e divulgação. Assim haja, mais do que vontade, interesse legítimo e demonstrado na prática por parte dos artesãos, do Município, da Confraria do Príapo e de outras entidades que directa ou indirectamente vejam vantagens potenciais nesta oportunidade.
Oportunamente auscultar-vos-ei com detalhes sobre o que proponho e, obviamente, estarei receptiva e agradecida por todas as sugestões e propostas que entendam apresentar-me.
Boa continuação de semana para todos
São Rosas"
Deliciem-se com os 8 pacotes de açúcar, com imagens de peças emblemáticas de (re)criadores de artesanato erótico das Caldas da Rainha:
«Túnel do Grelo» - Patife

Patife
Blog «fode, fode, patife»
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Camille
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Garanto que o outro mensageiro está se debulhando em gargalhos na outra torre.
Capinaremos.com
Garanto que o outro mensageiro está se debulhando em gargalhos na outra torre.
Capinaremos.com
26 junho 2013
«Horizonte» - João
"Dizias-me que ias espreitando, acima das águas, de vez em quando. Na praia, longe, estava eu sentado, com a minha fogueira, acesa dia e noite, queimando madeira em labaredas enormes, visíveis a muitos quilómetros da costa. Muitos quilómetros, por oposição a muito poucos milímetros, quando o tempo era outro e as noites mais longas, quando se passava por torres muito altas onde a paisagem era extensa mas invisível, sob um manto de nevoeiro espesso que nos remetia para o escuro e para o silêncio interrompido pela pele contra a pele. Dizias-me que ias espreitando, de vez em quando, só para ver a fogueira. Só para me ver. Um sinal de vida, um sinal do calor, a certeza de uma chama activa. E disseste que me preocupasse quando deixasses de aparecer. Quando deixasses de espreitar, erguendo a cabeça acima das águas, deixando de olhar para a praia, deixando de procurar o meu cheiro no vento.
Enterrados os pés na areia, atiço a chama com um galho próximo, e observo o horizonte, atento, varrendo com o olhar tudo quanto à minha frente se apresenta. E não te tenho visto. Não te tenho ouvido. O vento não tem carregado com ele o teu cheiro. Inquieto-me, afundando os pés da areia fina, achando que chegou o tempo da profecia, o tempo em que devia preocupar-me, como havias dito, que seria mau sinal, que seria da côr das costas voltadas quando deixasses de aparecer no horizonte, quando do meu varrimento resultasse o nada. Deixando o galho chamuscado cair sobre a areia, já envidraçada do calor, talvez fosse, então, de deixar a fogueira esmorecer. Se já não existem sereias nem barcos ao largo para guiar, talvez fosse, talvez seja, de deixar as labaredas cair ao vento, deitá-las para dormir, tirar-lhes, a pouco e pouco, a madeira para queimar, devagarinho, sem pressa, até ficar apenas uma chama-piloto, como nos esquentadores, até que um qualquer olhar acima das águas consiga discernir uma luzinha pequena, acesa, testemunho, ou uma mão rode por fim a torneira que chama a água quente, bem quente, que molhe e escalde, que convide às mãos que ensaboam e traçam, a espuma, caminhos conhecidos, que da água levam à praia e aos lábios mordidos."
João
Geografia das Curvas
Enterrados os pés na areia, atiço a chama com um galho próximo, e observo o horizonte, atento, varrendo com o olhar tudo quanto à minha frente se apresenta. E não te tenho visto. Não te tenho ouvido. O vento não tem carregado com ele o teu cheiro. Inquieto-me, afundando os pés da areia fina, achando que chegou o tempo da profecia, o tempo em que devia preocupar-me, como havias dito, que seria mau sinal, que seria da côr das costas voltadas quando deixasses de aparecer no horizonte, quando do meu varrimento resultasse o nada. Deixando o galho chamuscado cair sobre a areia, já envidraçada do calor, talvez fosse, então, de deixar a fogueira esmorecer. Se já não existem sereias nem barcos ao largo para guiar, talvez fosse, talvez seja, de deixar as labaredas cair ao vento, deitá-las para dormir, tirar-lhes, a pouco e pouco, a madeira para queimar, devagarinho, sem pressa, até ficar apenas uma chama-piloto, como nos esquentadores, até que um qualquer olhar acima das águas consiga discernir uma luzinha pequena, acesa, testemunho, ou uma mão rode por fim a torneira que chama a água quente, bem quente, que molhe e escalde, que convide às mãos que ensaboam e traçam, a espuma, caminhos conhecidos, que da água levam à praia e aos lábios mordidos."
João
Geografia das Curvas
Priguntas do Nelo: covas???
Melhéres!
Adevinheim:
Perque quéu nam asho grassa au nóço prezidente?
(quem adevinhar, gánha um broshe, ofressido pelo Nelo)
çe nam adevinhareim, tou ali atrásh do armáirio
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