«Viva! French Porno in Color» e «Babe - Covered with cum».
Não sendo uma "especialidade" da minha colecção, estes filmes Super 8 juntam-se a outros em VHS e DVD da minha colecção.
(De um post, "Vem", de Lou Alma, nasceu este comentário, de uma cabeça sem muita noção, "As Mãos!". Tomara que as mãos não sejam levadas à cabeça, ao lerem esse trecho, até porque o ato é bem praticado nas horas vagas e solitárias de muitos e muitos, imaginação afora):
"As Mãos.
Vem cá Vem. Cair, comigo. Vem, mas que seja logo. Vem. Quase não te espero. Cair, na cama, na areia Mesmo no lodo. Se não vens me phoder... Uso-me e me phodo! Mamãe Coruja
O Bartolomeu, quando vê uma palavra começada por "ph", começa logo a oder:
"Vou aí Vou. Cair contigo. Vou, agora, vou mais logo Vou num gemido, num ai, Meter-te a língua no umbigo Deixar o teu corpo em fogo. Vou. Sei que estás à espera Caída nua, na tua cama O teu tesão é uma fera Que já se espoja na lama Vou, enfernizar o teu ser Atear a tua lareira Vou-te dar a conhecer O jorro da minha mangueira E se não te for Phoder Por ter perdido o tesão Então lá terá de ser... Em vez de mim, irá o João!"
Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça,mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos – elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco.
"Pornografia da pior é aceitar para todos o que a indústria/ mercado/ tradição impõe e muitas vezes acaba por exigir. Infelizmente o estabelecimento de regras «injustas» vem em muitos casos provocar o debate e a reflexão sobre o que nos é muitas vezes incutido pela «normalidade» incutida via indústria/ mercado/ tradição. Nem o mainstream nem o underground se devem impor como norma em temáticas que derivam dos «sapatos que cada um calça». Se não estivermos atentos acabamos por ser todos um produto do mercado e dos produtos que existem para consumo." Paulo Freitas
O João Barreto gosta de o pinar: "Ora vejamos: Artigo 1º: nenhum vergalho exibido deverá medir mais do que 12 cms, medidos em estado de máxima excitação conforme artigo 5º supra. Ratio legis: não causar vergonha irrecuperável e consequente depressão suicidária nos rapazes menos dotados. Artigo 2º: Em situação de orgasmos fingidos, nenhuma gaja deverá emitir sons guturais exprimindo satisfação que excedam os 26 Db. Ratio legis: respeitar a lei do ruído, deste modo não incomodando os vizinhos quando do visionamento de filmes porno. Artigo 3º: Qualquer cena de sexo em grupo deverá integrar, no mínimo, um terço de participantes do sexo feminino, sem prejuízo da participação de transsexuais a regulamentar por portaria do ministro da tutela. § único: nos fimes classificados como "male gay porn", é admitida uma proporção inferior, desde que haja uma cena não inferior a 1,35 minutos em que uma "barmaid" em topless distribui refrescos aos participantes Ratio legis: respeitar as quotas europeias de participação de mulheres"