08 junho 2016
«respostas a perguntas inexistentes (340)» - bagaço amarelo

É por isso que a segunda vez é tão importante. Com a segunda paixão abrem-se as portas do futuro, pois percebemos que nos podemos apaixonar uma e outra vez até que uma (pelo menos) dê certo. Se me lembro com dor e sofrimento do primeiro Amor que me falhou, lembro-me apenas da tentação no segundo, que por acaso também me falhou.
Os Amores falhados tornam-se então das melhores coisas da vida. Na adolescência, o pior que nos pode acontecer é não falhar Amor nenhum, nem que seja para percebermos que o Amor também é aleatório. Para viver um grande Amor é preciso exactamente o mesmo que para viver cinco ou seis grandes Amores. Então, viva-se os cinco ou seis.
Depois crescemos e o Amor passa a ser memória, talvez por já não olharmos para o futuro com a mesma suavidade como quando éramos crianças. Gostamos de saber que do tempo que passámos há momentos que não foram nem nunca serão só nossos, nem que seja o de um simples café à beira-mar.
Que nos apaixonemos muitas vezes quando somos novos para nos conseguirmos apaixonar apenas uma vez ou duas em adultos. Se assim for, o Amor só falhou para nunca mais falhar.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Faço-me lembrar
Faço-me lembrar, desculpai a expressão um farol. Quieto. Silencioso. Metido na sua. Orienta
os outros para sigam na direcção correcta, incansável, a sua luz nunca
pára de rodar e quem usufrui da sua ajuda não imagina que o farol,
sempre a parecer inatingível é todos os dias atacado por ondas enormes
que o magoam ou entediado por marés sem ondulação. À sua volta vê rochas
e vê os outros, ajudados pela sua luz, a seguirem e ele fica. Pintem os
faróis todos de cor de rosa!!!
Do meu mundo
Do meu mundo
07 junho 2016
Boa noite!...
Pronto, agora posso ir deitar-me com a mente devidamente preparada para o efeito.
Sharkinho
@sharkinho no Twitter
«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 42
O livro «Mulheres - retratos de respeito, amor-próprio, direitos e dignidade», de Carol Rossetti, está em venda em Portugal, editado pela Saída de Emergência.
Página pessoal
no Facebook
no Tumblr
Página pessoal
no Facebook
no Tumblr
A face escondida da Lua
Prato de porcelana de Limoges, da empresa Raynaud & Cie.
Na face superior, um homem numa padiola transportada por pássaros e a frase "le capitaine Brunt, chercheur d´or lunaire, à la conquête de la face cachée de la lune" (o capitão Brunt, pesquisador de ouro lunar, à conquista da face oculta da Lua). Na face inferior, uma mulher mostra o rabo. Selo com a menção "Martin Hurst collection - 685».
Uma história... na minha colecção.









A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
Na face superior, um homem numa padiola transportada por pássaros e a frase "le capitaine Brunt, chercheur d´or lunaire, à la conquête de la face cachée de la lune" (o capitão Brunt, pesquisador de ouro lunar, à conquista da face oculta da Lua). Na face inferior, uma mulher mostra o rabo. Selo com a menção "Martin Hurst collection - 685».
Uma história... na minha colecção.
A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
06 junho 2016
Eva portuguesa - «O angolano»
Oh, pá, a sério! Há pessoas que dizem cada coisa que eu fico completamente aparvalhada!
Recebi ontem uma SMS que dizia assim:
"Olá, Mariana. Sou Angolano mas moro nos estados Unidos. Tenho dupla cidadania. Vi o teu perfil no site de acompanhantes e sei que tu és a mulher certa para mim. Aceitas ter um relacionamento comigo e até casar?"
Obviamente, não respondi. Nem sequer é a primeira SMS deste género que recebo. Hoje a mesma pessoa reenviou a mesma mensagem três vezes. Como eu continuei sem responder, ligou. Perguntou por que eu não respondi às mensagens e se não estava interessada. Mediante a minha recusa perguntou se eu tinha marido e, como respondi que não, pede para eu ter uma relação séria com ele. Eu expliquei com muita calma que não vou ter uma relação com alguém que não conheço e que, além do mais, para ter namorado, ele teria que me ajudar e pagar as minhas contas. Do outro lado oiço:
"Mas tu estás com homens que não conheces por dinheiro! por isso não tens marido! Uma relação não é para pagar contas, é sobre sentimentos."
A sério?! Mesmo a sério?! E a loira sou eu?! Este indivíduo vai-me procurar a um site de acompanhantes e vem-me com esta conversa?! Não me conhece, só viu as minhas fotos profissionais e quer casar?! E vem falar de sentimentos?! Faz-me rir! Ele quer é foder à borla e possivelmente precisa da cidadania europeia! Mas quer-me passar o atestado de burrice?! E depois dizem que a puta sou eu!
Ahahahahah
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Recebi ontem uma SMS que dizia assim:
"Olá, Mariana. Sou Angolano mas moro nos estados Unidos. Tenho dupla cidadania. Vi o teu perfil no site de acompanhantes e sei que tu és a mulher certa para mim. Aceitas ter um relacionamento comigo e até casar?"
Obviamente, não respondi. Nem sequer é a primeira SMS deste género que recebo. Hoje a mesma pessoa reenviou a mesma mensagem três vezes. Como eu continuei sem responder, ligou. Perguntou por que eu não respondi às mensagens e se não estava interessada. Mediante a minha recusa perguntou se eu tinha marido e, como respondi que não, pede para eu ter uma relação séria com ele. Eu expliquei com muita calma que não vou ter uma relação com alguém que não conheço e que, além do mais, para ter namorado, ele teria que me ajudar e pagar as minhas contas. Do outro lado oiço:
"Mas tu estás com homens que não conheces por dinheiro! por isso não tens marido! Uma relação não é para pagar contas, é sobre sentimentos."
A sério?! Mesmo a sério?! E a loira sou eu?! Este indivíduo vai-me procurar a um site de acompanhantes e vem-me com esta conversa?! Não me conhece, só viu as minhas fotos profissionais e quer casar?! E vem falar de sentimentos?! Faz-me rir! Ele quer é foder à borla e possivelmente precisa da cidadania europeia! Mas quer-me passar o atestado de burrice?! E depois dizem que a puta sou eu!
Ahahahahah
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
05 junho 2016
Luís Gaspar lê «Ai, minha senhora…» de Fernão Fernandes Cogomilho
Ai, minha senhora, lume dos olhos meus!
onde vos não vir, dizei-me, por Deus,
que farei eu, que vos sempre amei?
Pois me assim vi, onde vos vejo, morrer,
onde vos não vir, dizei-m’ uma coisa,
que farei eu, que vos sempre amei?
Eu, que nunca outrem soube servir
senão, senhora, vós, e, onde vos não vir,
que farei eu, que vos sempre amei?
Português antigo
Ay, mha senhor, lume dos olhos meus!
hu uos non uir, dizede-mi, por Deus,
que farey eu, que uos sempre amei?
Pois m’assi ui, hu uos uejo, morrer.
hu uos non uir, dizede-m’ ua ren,
que farey eu, que uos sempre amei?
Eu, que nunca outren soube seruir
se non, senhor, uós, e, hu uos non uir,
que farey eu, que uos sempre amei?
Fernão Fernandes Cogomilho
disponível no iTunes.
Transcrição do Português antigo para o moderno de Deana Barroqueiro.
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
Subscrever:
Comentários (Atom)






