Painel de madeira em relevo, do Palau, sobre a lenda do homem com um pénis gigantesco.
Na prisão de Koror, um dos privilégios mais significativos para os presos é esculpir painéis em madeira, principalmente mogno, com figuras e cenas, geralmente representando lendas de Palau, como a criação das ilhas. Esta é a lenda de Melechotech-a-chau, uma lenda sobre um gigante com um pénis inacreditavelmente grande. Os palauenses são bons contadores de histórias e hábeis escultores de madeira, mas a forma de arte do painel que conta uma história iniciou-se em Palau na década de 1930, quando o artesão japonês Hirikatsu Hijikata chegou ao local e ensinou os artesãos de Palau. As histórias retratadas nesses quadros são geralmente antigas lendas de Palau, ou às vezes histórias de outras ilhas. Estes painéis são geralmente esculpidos em dort (a palavra em Palauano para o pau-ferro). Às vezes, podem levar semanas para serem concluídos, dependendo de seu tamanho e complexidade. Quando pronta, a prancha pode ser pintada ou pode ser polida com graxa preta ou castanha, para manter o brilho e mostrar a cor natural da madeira. "Melechotchachau - esta é a história de um homem que vivia em Babeldaob [a maior das ilhas de Palau, República de Palau, um pequeno país insular da Micronésia, no Oceano Pacífico] e que não conseguia satisfazer a sua grande mulher. Como ele amava a sua mulher e queria que ela descobrisse o prazer, convenceu-a a procurar, por toda a Palau, por um homem chamado Melechotchachau (este longo nome quer dizer simplesmente "amaciar fibra de coco no mangal"). A mulher vagueou de aldeia em aldeia em direcção ao sul até que, em Aimeliik, ela encontrou uma mulher idosa que lhe disse que um homem com esse nome vivia em Arakabesang, do outro lado da lagoa. Quando ela finalmente encontrou Melechotchachau, perguntou-lhe sobre a sua masculinidade e ele disse-lhe para seguir o seu comprimento pelas várias milhas de ilhas de pedra a sul de Arakabesang. A mulher finalmente encontrou a ponta do órgão e rapidamente o montou, tendo sido atirada com força pelo ar, acabando por cair na ilha de Peleliu, perto da aldeia de Ngerdlolk. Até hoje, há um rochedo perto desta aldeia chamado Ngetkual (ser atirado para baixo de cócoras?), que tem a forma bem definida de uma mulher e que é identificada como a altamente satisfeita mulher que encontrou Melechotchachau (a história é facilmente identificada pela imagem de uma mulher a ser a ser arremessada pelo ar, projectada como uma lança)."
Uma pérola de cultura, na minha colecção.
A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
11 setembro 2018
10 setembro 2018
«A bruxa» - Ary dos Santos
As tetas são balofas almofadas
recheadas de esterco e de patranhas
da boca fogem bichas trituradas
pelo próprio veneno das entranhas.
As pernas são varizes sustentadas
pela putrefacção das bastas banhas
os olhos duas ratas esfomeadas
e as mãos peludas tal como as aranhas.
Nasce do estrume e vive para o estrume
a língua peçonhenta larga fel
e é uma corda que ela-própria-puxa.
Sai-lhe da boca pus e azedume
tem pústulas espalhadas pela pele
e é filha de si própria. É uma bruxa.
Postalinho de Praga - 4
"Sex Machines Museum (museu das máquinas do sexo), em Praga.
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Neste vídeo, a entrada do Museu, com um mecanismo de «roda de línguas» e a cadeira que mais sucesso tem com os visitantes, ao fazer sair à sorte um indicador sexual (excitado, frio, tépido,...) quando alguém se senta."
São Rosas
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Neste vídeo, a entrada do Museu, com um mecanismo de «roda de línguas» e a cadeira que mais sucesso tem com os visitantes, ao fazer sair à sorte um indicador sexual (excitado, frio, tépido,...) quando alguém se senta."
São Rosas
09 setembro 2018
Postalinho de Praga - 3
"Sex Machines Museum (museu das máquinas do sexo), em Praga.
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Dois dos mecanismos do Museu, com um vídeo para mostrar o movimento."
São Rosas
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Dois dos mecanismos do Museu, com um vídeo para mostrar o movimento."
São Rosas
Pénis e vaginas
Durante a semana nem liguei à questão de designar a vagina como «buraco da frente» pela enorme estupidez que me pareceu discutir o que é evidente. Se chamamos mão à mão, pé ao pé, tendo até modalidades desportivas dessas partes do corpo como o andebol e o futebol, assim como à perna apelidamos perna e à cabeça, cabeça, só podemos denominar vagina e pénis e testículos e mamas.
Usar eufemismos é como continuar a velha máxima do «vícios privados, públicas virtudes». Como se a mão pudesse ser falada em pública mas não as mamas que alimentam os bebés, esses seres humanos pequeninos que todos louvamos publicamente.
Mais curioso ainda é perceber que se existem inúmeros termos de calão para designar os órgãos sexuais humanos, logo para os esconder e não os considerar naturais, existem também milhentas formas de gíria para designar a pessoa amada, de que são exemplo «o meu gajo» ou «a minha patroa». Será que gostar de alguém é um vício privado?...
Postalinho de Cuba (a nossa!)
"Taberna do «pau-na-peida».
Diziam as pessoas de fora que a visitavam, em tom de gozo, para o proprietário:
- Olha o pau-na-peida!
Entretanto consumiam, embebedavam-se e, na despedida, o dono dizia:
- Agora vais lá p'ra Lisboa e dizes aos teus amigos que estiveste com o «pau-na-peida»!"
Luís Queimado
Esta Taberna do Chico Pau na Peida é em Cuba (Alentejo), tem um autêntico museu nas paredes e o branco de talha deu fama à casa.
Excerto do livro «Portugal de perto» de Nuno Ferreira (também autor da foto acima):
Diziam as pessoas de fora que a visitavam, em tom de gozo, para o proprietário:
- Olha o pau-na-peida!
Entretanto consumiam, embebedavam-se e, na despedida, o dono dizia:
- Agora vais lá p'ra Lisboa e dizes aos teus amigos que estiveste com o «pau-na-peida»!"
Luís Queimado
Esta Taberna do Chico Pau na Peida é em Cuba (Alentejo), tem um autêntico museu nas paredes e o branco de talha deu fama à casa.
Excerto do livro «Portugal de perto» de Nuno Ferreira (também autor da foto acima):
08 setembro 2018
«o silêncio nos corpos» - Susana Duarte
o silêncio nos corpos(e os corpos em silêncio)
demora as aves
e a floração das rémiges.
o silêncio das asas
decompõe as margens
por onde, silentes,
se cruzam os corpos
(talvez amanheça)
Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Quatro papos-húmidos
A versão da Milena Miguel da ideia de Paulo Moura para uma variante dos papos-secos.
Da minha colecção também fazem parte peças idealizadas por mim.
A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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07 setembro 2018
«Toda nudez será castigada» - Lia Bock
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DiciOrdinário - com desconto para encomendas até 15/9
As livrarias não têm o DiciOrdinário em stock, pois os livros da Chiado estão só disponíveis por encomenda. E o preço de capa é de € 14.
Para comemorar os 5.000 seguidores atingidos na minha página no Facebook, as encomendas que me forem feitas até 15/9 terão um preço especial de € 12 (com portes de envio grátis em correio normal) ou € 15,85 (se preferires o envio por correio registado). Basta que indiques, nas observações da encomenda, o código MAMILO (que é aquilo a que o Facebook tem mais alergia).
E, se quiseres, posso enviar-te o DiciOrdinário com uma dedicatória.
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#funkismo - Ruim
Inúmeras histórias de amor surgiram após um convite para dançar. Quantos dos nossos pais ou avós se conheceram desta forma num baile? E a palavra é essa: baile. As pessoas bailavam. "Estava eu sentada numa cadeira quando o teu avó se aproximou, tirou o chapéu e me perguntou se eu aceitava dançar. Até corei!". Isto é enternecedor e é algo que nos dá gosto ouvir. Espero que daqui a 40 anos haja também uma senhora a dizer "estava eu a dar tudo na pista a dançar o funk "Mete a Rola na Minha Buceta" quando o teu avô se começou a roçar e eu senti o Capitão Nascimento dele a pôr-se em sentido! Até corei!" porque também é uma história engraçada e dá gosto ouvir.Ruim
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