12 julho 2011

pensa [ todas as Vaginas possuem pálpebras]

(...) A ideia. Louca, chama por mim; Inteligente congemina-se no meu pensar quando este sangra obsessivamente palavras que gravitam pelos (meus) quentes baixos, num avançar e recuar; num pestanejar, nas pálpebras, doces, iluminadas por uma extensa inspiração, decorrente; por um rio de sangues, irrigadas, elas escutam as palavras que descem húmidas no calmo halo de um fogo que me morde em toda a minha húmida carne...! (...)


Luisa Demétrio Raposo

É tão bonito e edificante, ver saltar à corda em câmara lenta...


Skipping Slow Motion from photography-factory.co.uk on Vimeo.

Até mim

Queria ser uma só nota musical,
aquela que tu sempre tocas
nas músicas que fazes:
eu quero ser essa nota;
ser tocada por ti
a todas as horas,
de todos os dias
da tua vida.
Toca-me e compõe
a mais bela canção de amor!
Saberei que é minha,
dos teus dedos até mim.

Poesia de Paula Raposo

Viva Las Vegas!

A Daisy e o Alfredo Moreirinhas foram a Las Vegas e, pelo que me explicaram, pelas ruas distribuem destes "cartões de visita" em grandes quantidades. Para aproveitarem papel, todos eles estão impressos nas duas faces, com meninas diferentes.
Se alguém quiser fazer uma encomendinha, é só telefonar. Mas não se esqueçam do indicativo internacional.

11 julho 2011

The Gabarola Series (2)

- Tenho tanto jeitinho para lidar com mulheres que as trato como bonecas de porcelana.
- Tens praticado muito com as insufláveis, não é?

AXE - «Como deviam ser as mulheres»

Confissões

De alguns amores, só a dor é bela, tão bela como dedos perfeitos, esguios, delicados, capazes de trazer o desejo ao olhar. São esses dedos, filhos de uma mão feita só de sombras, que retalham, arranham, com as suas belas, imaculadas unhas, no centro mais centro do peito, enquanto esperam, escondidos, a sua presa mais tenra, o amor que sobe aos olhos, para o empurrarem, enclausurarem dentro das órbitas, cego de mundo, prisioneiro em si. Também eu já vivi, também eu já senti, umas vezes prisioneira resignada, outras vezes hóspede fascinada; sobra-me dor na sua perfeição atroz, na sua beleza de gelo; não sei se a tento escrever ou se sou apenas mais uma das suas adendas.
Amo-te. Quando olho para ti, não sinto dor, nada dói, asseguro-te. De alguns amores, só o amor é...

je démêle tout - Évelyne Louvre-Blondeau



le blog d'Évelyne Louvre-Blondeau

10 julho 2011

Piadas em topless da Playboy - O touro e a vaca

«No psiquiatra» - por Rui Felício


Luisa entrou no consultório para mais uma sessão semanal de terapia. O divórcio litigioso tinha-a deixado de rastos e recorreu ao psiquiatra, onde andava há mais de um ano. O preço era alto, tinha que rentabilizar o tempo. Mas os resultados estavam a ser satisfatórios.
Ela sabia que se abandonasse ou alargasse a periodicidade das consultas, iria certamente ter uma recaída grave.
João, o médico, iniciou a consulta...
Uma das suas mãos subiu pela perna feminina, contornou a coxa, e quando agarrou na nádega… descobriu-a nua. A saia erguida até à cintura e as cuecas minúsculas deixavam a nádega redonda completamente descoberta e apetecível.
Ele interrompeu o gesto seguinte e olhou-a, inquisitivo.
– Vim preparada para a consulta, doutor, incentivou ela. Prossiga!
E as carícias continuaram até que ele a deitou sobre o divã.
O seu corpo sobre o dela, as mãos nos seus seios de bicos erguidos, a boca entre as suas coxas, saboreando-lhe o liquido melado e espesso, lambendo a sua humidade, levando-a ao primeiro orgasmo…
Beijaram-se de novo, a língua dele parecia que a devorava, tocando-a nos recantos mais escondidos. O seu beijo, cada vez mais profundo, aumentava-lhe e renovava-lhe a excitação. Deslizava a língua pelos lábios, pelo pescoço, mordiscava e chupava-lhe a ponta da sua orelha.
Luísa, escorregava as mãos pelo corpo masculino, desde a nuca, descendo pelas costas, apertando-o contra si, de mãos espalmadas nas nádegas masculinas. Sentia a força do seu membro endurecido e imaginava-o a rasgá-la até ao fundo, em pleno. Deslizou uma mão até ao fecho das calças de João, introduziu os dedos pela abertura, afastou para o lado as cuecas e, finalmente, tocou a carne dura, quente e húmida do pénis túrgido, de ponta aveludada, já lambuzada.
Ouviu o gemido dele contra o seu ombro e, deslizando para o chão, ajoelhou-se à sua frente, e baixou-lhe as calças. Meteu-o na boca...
Sentia fome daquele corpo masculino, de sexo. Sentia-se louca e só pensava em despir-se rapidamente, despi-lo a ele e pedir-lhe que invadisse as suas entranhas.
Mas a consulta ainda estava no início. Só tinha passado um quarto de hora, e, por isso, foi deixando que a sedução se prolongasse lentamente, que fossem conhecendo cada pedaço dos seus corpos, calmamente, beijando, chupando, tocando, apalpando, sentindo o prazer a dominar cada poro da pele, cada milímetro do corpo.
Olhou novamente para o relógio. Agora já só faltavam 10 minutos. Abriu-se toda e disse ao médico: Foda-me agora, doutor!
Profissional, ele quis certificar-se, previamente, se ela já tinha pago e perguntou-lhe:
- Quando entrou, a secretária, lá fora, deu-lhe o recibo?

Rui Felicio
Blog Encontro de Gerações

Barbie Girl ou Barbie Boy?

Desafios crescentes

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