06 abril 2005

Diário do Garfanho - 94 (excerto)

- Vem, vem por trás.
"Olá, uma sodomita", pensei, mas enganei-me.
- Hei! o que estás a fazer?
- A consultar as páginas amarelas é que não é, de certeza - disse eu, armado em engraçadinho.
- Tira-o lá daí! - E quando eu ia a tirar. - Sim, põe...
"'Tá pior" pensei mas continuei.
- Tira! - E quando eu estava novamente a tirar. - Põe...
- Ouve lá, tu decide-te.
- Oooohhh...
- Isso quer dizer o quê?
- Cala-te, caralho. Cala-te e fode-me.
- Atenção - disse eu, sem parar que não sou parvo. - Sodomita, ainda vai, agora mal criada, é com mais calma.
Num só movimento ela expulsou-me, levantou-se e foi-se lavar, aos gritos:
- Vai bater punhetas a barrascos, seu porco.
- Uh! Sodomita e zoófila gay, esta gaja é um catálogo - disse eu e não sei porquê ela voltou atrás, chamou-me parvo, deu-me um estalo, vestiu-se e desapareceu.
Até hoje e ainda por cima não me atende o telemóvel.

Garfanho

Cinco cantinhos


Achei piada quando ele me ofereceu três chupa-chupas vermelhos, para repor os originais e depois me apareceu na rua com um cartaz cujas letras garrafais confessavam «Gosto de ti, porra!».

Já antes, Sãozinha, enquanto lhe empastava a cara de creme branco, ele sugeriu que lhe afagasse o palhacito. Continuei a estender o creme com a mão direita e como se fosse canhota, espalhei os meus dedos, calmamente, para cima e para baixo, na forma que se desenhava sob as leves jardineiras de riscas. Acabei por me sentar ao seu colo, abraçá-lo com as coxas, dançando para a direita e para a esquerda, até visualizar que seria melhor ir buscar outras jardineiras secas para ele usar no espectáculo.

Depois, São, fomos experimentando sucessivamente, numa apressada e estimulante transgressão os cinco cantinhos da sala de ensaios, dos panos dos cenários, das cadeiras dos camarins, do chão de madeira do palco até aterrarmos numa inaudita cama colocada num quarto.

E aí Sãozinha, chegaram uns minutinhos para perceber que cinco minutos e cinco centímetros é manifestamente pouco.

Trrim! Trrim!


Petisco trazido pelo Faustino

05 abril 2005

Viva a Academia!

"10 da noite... Universidade... Sala de computadores do departamento...
Estava na net a ver o mail.
Desci as escadas.
Fui fumar um cigarro à porta.
Voltei a entrar. Dirijo-me de novo às escadas, mas... não.
Dei meia volta e entrei na casa de banho. Ninguém. Somente o silêncio metálico numa casa de banho com 10 divisões privativas todas iguais, com as portas encostadas mas não trancadas, iluminadas pela forte luz branca de lâmpadas fluorescentes que, como sabemos, nos impede de adormecer no doce pouso. Entrei na divisão central. Silêncio gutural.

Então...
... tive que esganar o bife. Afaguei o ganso. Bati uma punheta. Simulei o ariete na mão esquerda. VumVumVum zás zump hunf. Hum. Tá feito.
Um acto de luva branca e bengala do melhor pau. Mais oui, Monsieur. Lembrei-me também dos filmes de samurais. Rhoxxi y ha!... sem som sem tom. E o murmúrio do esvoaçar do tecido de seda.
Lavei as mãos com sabonete líquido.
Depois, calmo, preparo-me para subir as escadas. De volta ao pc...
A segurança do departamento dirigiu-se a mim com um sorriso e disse:
- Você foi à casa de banho das mulheres, tem que ter mais atenção...

Dear John..."

primeiro cuneto - Loa ao corpo

Saia um soneto contra essa mania de algum nacional-puritanismo que levou um qualquer chato a comentar desfavoravelmente uma apreciação minha, meramente académica, objectiva e galhofeira, a um rotundo e estético traseiro que passava pela rua, como se tivesse vida própria e cantasse...

Eu canto um belo corpo de aconchegos
Que os caralhos enconados sobrelevam
Eu canto até das conas mil segredos
Que cantadas elas tanto nem sossegam

Mas ao cantar o ilustre rabo lusitano
Esse pandeiro farto, essa obra de arte
Por mais certo que eu me sinta e mais ufano
Por bem certo tenho o porem-me de parte

Pois por mais que o povo queira e contradiga
Ou que a vida se alinde nesse enlace
Há-de algures aparecer uma formiga
Que de mim só vê cigarra e me desgrace

Ainda assim o cantarei!... Que ninguém nega
Que um belo rabo nos inspira aonde passe!

Video do macho garboso

Gabava-se ele depois:
"Haviam de as ver.
Lindas, lindas, lindas!"

Quer queiras quer não queiras hás-de ser bombeira voluntária!


(pendurada pelo José Longo)

04 abril 2005

Jogo das Diferenças

Jogo das Gatinhas: para Eles!
Jogo dos Galos: para Elas!
(Hoje ninguém se pode queixar... há para todos os gostos!!)

O Vizinho estudou mecanografia... com uma lésbica

"Tive uma professora de mecanografia no 11ºano (já lá vão séculos) que era lésbica.
Usava sempre calças. E sempre extremamente apertadas, que lhe vincavam as formas todas... especialmente o 'bordedo'.

Tinha uma especial predilecção por algumas das minhas colegas de turma, às quais ensinava a escrever à máquina pegando-lhes nas mãos, orientando-lhes os dedos, com muita... hummm... ternura...
Não foram raras as vezes em que no fim da aula ela tinha as calças, na zona vaginal, completamente encharcadas. Nós reparávamos e piscávamos os olhos uns aos outros mas ela nem se importava nada... estava extasiada.

Vizinho"


Terá sido desde então que o Vizinho ficou com o vício de «ir para dentro»?!

E dura...


Ai São, foi tão espectacular que ainda não estou em mim!... Sentadinhos na cama às primeiras badaladas da meia-noite, despimo-nos botão a botão, peça a peça, tudo muito entremeado de beijinhos, mordiscos e um deslizar de dedos por tudo quanto era pele, como numa harpa.
Encostei-o à cabeceira e com a minha língua feita pincel deslizei por ele da orelha esquerda até ao testículo direito enquanto os dedos dele me modelavam as nádegas, os seios e os cabelos desalinhados. Com uma mão na roda e outra na peça, torneei-a lentamente como se faz a uma barrinha de chocolate. Com a vantagem de que esta não diminuía, São! As suas mãos ergueram-me a cabeça e ao levantar-me, arrastaram-me as pernas para a sua boca que me aspirava incessantemente. Tombei literalmente de joelhos sobre a jóia da coroa e apertei-a o mais que pude até a sentir toda bem no fundo de mim.
E então, São, como deuses do Olimpo foram horas e horas em que ele mergulhou no azul da minha piscina, subindo e descendo à tona de água, ora agora é bruços, ora agora é costas, de tal forma que só percebi o adiantado da hora quando os primeiros raios de sol começaram a furar pelas persianas e ele deslizou da cama para a cadeira de rodas, para ir fazer chichi.
Sabes São, eu acho que todos os homens com lesões na espinal medula deviam fazer uma campanha publicitária com o slogan «Deixe a pílula e o diu de lado! Connosco é só prazer prolongado!»

Queira deixar a sua mensagem...

Se há-de ir para o lixo...


oltando das compras, uma mulher chega a casa e choca-se ao encontrar o seu marido, na cama, com uma linda jovem.
Quando ela já tinha armado uma bronca e estava pronta para derrubar a casa, o marido interrompeu-a e disse:
- Antes deverias ouvir como tudo aconteceu. Estava a voltar para casa, de carro, pela auto-estrada, quando vi esta jovem, que parecia cansada e faminta, além de maltrapilha. Então, trouxe-a para casa e preparei uma refeição com a carne que esqueceste no microndas. Estava descalça, e eu dei-lhe aquele par de sandálias que ainda estão em bom estado, mas que já não usas porque estão fora de moda. Ela estava com frio, e eu dei-lhe aquela camisola que comprei para ti no teu aniversário, mas que nunca usaste porque a cor não combinava contigo. As calças dela estavam rasgadas, por isso eu dei-lhe aqueles jeans, ainda em perfeito estado, mas que já não te serviam. Então, quando ela já se ia embora, perguntou-me: "Existe mais alguma coisa que a tua mulher já não use?"... e foi assim que tudo começou...

(enviado por J. Longo)

03 abril 2005

Cisterna da Gotinha


Arqueologia: dildos chineses da antiguidade.



Galeria de Fotografia: 3 fotógrafos bem conhecidos!

Weird and Wonderful world: há muita criatividade e ousadia por aqui...


PopSutra: muito divertido e com gemidos interessantes...


Urinol: tácticas de sobrevivência.