13 dezembro 2006
12 dezembro 2006
São Rosas!

... são flores!

(isto deve ser já o espírito natalício)
"Oh, cona cacofónica, botânica
Teorética, gastro-hiperbólica!
És a primeira invenção mecânica
Movida a energia eólica!
Cona pungente, híbrida, corcunda,
Sem lábios, sem útero, sem grêlo!
Como queres levar uma bem funda?
Vá lá a gente percebê-lo...
Vai pedir ao Alcaide e ao Bartolomeu
Insignes Mestres desta gente,
Que eles te darão o que não te dei eu
Até que a mecânica arrebente...
Histológico-vaginal e sequiosa
Que até nas bordas junta celulite!
És cona reles, imunda e malgostosa,
E branquinha, tal qual a esferovite!
Cona esquecida, gasta, esquelética,
Que da idade já não lembra nenhum pau...
Neste verso fenece-me a fonética
Que o versejar até aqui nem era mau?!...
Cona que muito chias, já sem lubrificação,
Põem-te flores como quem está no cemitério.
Não percebo como ainda dás tesão...
Para mim... há aí qualquer mistério!...
Zé"
"Precisava uma assim nesta mesinha.
Jarra e flores de enfeite e me servisse
p´ra molhar o meu dedo... é tolice?
Virava a folha ao livro e entretinha!
podia também pôr uma velinha
uma garrafa de Whisky se se abrisse
e se houvesse poeira, uma chatice,
podia aspirar quarto e a salinha,
E devia estar sempre lavadinha
e se a sogra entrasse e isto visse
milagre de amor... um peido ouvisse
e cheirasse tão bem como merdinha!
Alcaide"
Redacção do Bartolomeu - as cabrinhas
"As cabrinhas são lindas, inteligentes, meigas, têm aquele pêlo compriiiiido, que despoleta sentimentos libidonosos e extremamente sensuais. Depois, há que considerar também o aspecto da conquista: se o curral for pequeno, um homem não tem de se cansar muito a correr atrás dela. Não precisa de investir num jantar romântico em restaurante de luxo: uma ração de milho ou aveia, bastam para fazer aproximar a cabrinha dos nossos sonhos. Não é preciso investir num quarto de motel, com jacuzzi, cama redonda, espelhos no tecto, champanhe e morangos: a cabrinha contenta-se com a palha da manjedoura.Além do mais - e pensem bem nisto - a cabrinha tem a pachacha muito mais a jeito que a própria mulher e geralmente andam de rabinho levantado, não há que enganar, é sempre em frente, como quem vai para Torres.
A culminar todos estes aspectos temos o benefício de elas, «as cabrinhas», já terem cornos, o que de certo modo facilita a imobilização da bicha e confere o suporte necessário para quando um tipo pretende enterrá-lo a fundo.
Mas a culminar, mesmo, mesmo tudo, é o facto de um homem poder chamar-lhe tudo o que lhe vier à cabeça sem correr o risco de a ofender.
E elas adoram que se lhes chame cabras!
Bartolomeu"
E não se vêem cabrões,
Desconfiem das perninhas
frias e secas, sem colhões...
Que colhões não é atributo
De homem forte e garanhão,
Mas p'ra não parecer um puto
Não pode parecer cabrão...
E cabrão sem cornos não há
Em toda a história moderna...
Cabrão, cabrão, só vai lá
Sem ter a terceira perna!
Mas falar só de cabrões
Sem nunca falar de putas,
É como esconder os colhões
Das mais belas de todas as lutas...!
Zé"
11 dezembro 2006
CISTERNA da Gotinha
O Outono já deixou cair as suas últimas folhas amarelecidas para dar lugar à nudez Invernal.
Rachel Stevens: alguém conhece esta britânica?!
Vídeo: os acidentes no mundo da pornografia.
Imogen Thomas é um nome bem sonante!! E a moça não deixa ficar os créditos só no nome...
Alessandra Ambrosio & Adriana Lima: dueto explosivo.
ladaínha apertadinha
pouco páro p’rò enredo
parto ao alto e com fundura
sobressalto e meto o dedo
apalpando a comissura
que perturbo e enovelo
percorrendo a criatura
entra o pulso e o cotovelo
entre o lábio e a fundura
entre a lábia e o cabelo
mergulho nessa aventura
passo o cabo e o cabedelo
outra a mão que porventura
se entranha nessa vertigem
alongada em tal lonjura
e de braços na voragem
na vertigem da loucura
vou de bruços na viagem
vou de braços à procura
e por entre a vadiagem
contra o tempo de secura
entre as pernas tenho os braços
mergulhados na tal lura
onde se perdem meus passos
onde o prazer se esconjura
ambos os braços me acalmas
minha flor feita rainha
e quando vou bater palmas
dentro da humidade terna
diz-me a tua voz de andorinha
“ – palmas não batas, palerma,
que eu sou muito apertadinha!...”
________________
E para o Alcaide, quem ode é odido:
"corre corre palavrinha
corre como o pensamento
corre não percas momento
corre para a ladainha
que eu corro para a vizinha
corro menos que sou lento
correr mais só um jumento
corro com esta perninha
corro em ti que és docinha
corro mas sinto o teu vento
corro que é fedorento
corro para a tua maminha
corro já p´ra buraquinha
corro já com grande aumento
corro corro não aguento
corro e escorro qual vaquinha
corro no teu corrimento
corro mas não me lamento
corro e morro pela vizinha!
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Fiquei cansado de correr tanto!"
parto ao alto e com fundura
sobressalto e meto o dedo
apalpando a comissura
que perturbo e enovelo
percorrendo a criatura
entra o pulso e o cotovelo
entre o lábio e a fundura
entre a lábia e o cabelo
mergulho nessa aventura
passo o cabo e o cabedelo
outra a mão que porventura
se entranha nessa vertigem
alongada em tal lonjura
e de braços na voragem
na vertigem da loucura
vou de bruços na viagem
vou de braços à procura
e por entre a vadiagem
contra o tempo de secura
entre as pernas tenho os braços
mergulhados na tal lura
onde se perdem meus passos
onde o prazer se esconjura
ambos os braços me acalmas
minha flor feita rainha
e quando vou bater palmas
dentro da humidade terna
diz-me a tua voz de andorinha
“ – palmas não batas, palerma,
que eu sou muito apertadinha!...”
________________
E para o Alcaide, quem ode é odido:
"corre corre palavrinha
corre como o pensamento
corre não percas momento
corre para a ladainha
que eu corro para a vizinha
corro menos que sou lento
correr mais só um jumento
corro com esta perninha
corro em ti que és docinha
corro mas sinto o teu vento
corro que é fedorento
corro para a tua maminha
corro já p´ra buraquinha
corro já com grande aumento
corro corro não aguento
corro e escorro qual vaquinha
corro no teu corrimento
corro mas não me lamento
corro e morro pela vizinha!
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Fiquei cansado de correr tanto!"
Postais de Natal IV

Postais de Natal (I) - (II) - (III)
OrCa:
"um pai natal que é a sério
que serve prendas à lista
há-de ter por refrigério
sempre à mão a telefonista
e pelo olhar descaído
com que nos topa o banana
a chamada é bem sabido
deve ser interurbana..."
Alcaide:
"anda loira que eu não posso
muda as lentes... se a não vias,
devias saber que o osso
não se tem... e tu sabias
anda loira come mais
vejo a tua rabanada
chupa chupa ainda mais
limpa a boca na almofada!"
seven:
"Ela ainda acredita no Pai Natal?! Que idade é que ela tem?"
OrCa:
"um pai natal que é a sério
que serve prendas à lista
há-de ter por refrigério
sempre à mão a telefonista
e pelo olhar descaído
com que nos topa o banana
a chamada é bem sabido
deve ser interurbana..."
Alcaide:
"anda loira que eu não posso
muda as lentes... se a não vias,
devias saber que o osso
não se tem... e tu sabias
anda loira come mais
vejo a tua rabanada
chupa chupa ainda mais
limpa a boca na almofada!"
seven:
"Ela ainda acredita no Pai Natal?! Que idade é que ela tem?"
A arte do Amor, por mostrengo Adamastor
Da fria e civilizada Noruega, chega-nos a prova que os homens, afinal, são sensíveis e sabem apreciar manifestações artísticas.
Façamos disto um exemplo a seguir.
Façamos disto um exemplo a seguir.
A minha política é a política do car... trabalho, mas...
... que raio foram fazer os americanos ao Iraque?
Imagem enviada por Lamatadora pelo grupo de mensagens da funda São
Zé:
"Não sei se é camelo ou dromedário
O animal que está na foto retratado
Sei que foi preciso vir um grande otário
P'ra deixar o pobre bicho enrabado...
Vagueava o animal sozinho no deserto
Onde do cu só saía merda e traque,
E quer tivesse ou não alguém por perto
Nunca imaginou sequer um tal ataque!
E tendo sofrido tal enrabanço
P'ro qual não foi preciso escadote...
Agora ao cu vai ter de dar descanso
E ter mais cuidado com o «pacote»"
OrCa:
"será talvez camelo aquele otário
que assim dá de comer ao invasor
e quer seja um camelo ou dromedário
mais não é que um reles colaborador
nem de Bíblia ou Corão aquele coirão
das profundas do inferno há-de safar-se
que não busca nele prazer o soldadão
só procura o petróleo p'ra amanhar-se
e teremos de certeza mais que certo
que assim fica esta besta na má onda
de não ter p'lo cu acima nem de perto
um caralho... mas decerto alguma sonda."
Zé:
"De orca ou tubarão, aquele camelo
Não vai conseguir escapulir-se...
Com animal com pele ou sem pêlo
Não tardará muito a vir-se!
É que no deserto faz calor
E engrandece as feromonas...
E aos piços causa ardor
Aquele cheiro das conas!...
Não é nada que assuste
Português desassombrado...
habituado ao embuste
De um habitat molhado...
Tenho p'ra mim qu'é verdade
Que quem se molha amiúde,
Ou dá fodas de saudade
Ou anda mal de saúde...!"
Alcaide:
"oh! soldado...não o puxe
não o monte assim em pêlo
olhe que ele não é o Bush,
mas apenas um camelo!"
Zé:
"Não sei se é camelo ou dromedário
O animal que está na foto retratado
Sei que foi preciso vir um grande otário
P'ra deixar o pobre bicho enrabado...
Vagueava o animal sozinho no deserto
Onde do cu só saía merda e traque,
E quer tivesse ou não alguém por perto
Nunca imaginou sequer um tal ataque!
E tendo sofrido tal enrabanço
P'ro qual não foi preciso escadote...
Agora ao cu vai ter de dar descanso
E ter mais cuidado com o «pacote»"
OrCa:
"será talvez camelo aquele otário
que assim dá de comer ao invasor
e quer seja um camelo ou dromedário
mais não é que um reles colaborador
nem de Bíblia ou Corão aquele coirão
das profundas do inferno há-de safar-se
que não busca nele prazer o soldadão
só procura o petróleo p'ra amanhar-se
e teremos de certeza mais que certo
que assim fica esta besta na má onda
de não ter p'lo cu acima nem de perto
um caralho... mas decerto alguma sonda."
Zé:
"De orca ou tubarão, aquele camelo
Não vai conseguir escapulir-se...
Com animal com pele ou sem pêlo
Não tardará muito a vir-se!
É que no deserto faz calor
E engrandece as feromonas...
E aos piços causa ardor
Aquele cheiro das conas!...
Não é nada que assuste
Português desassombrado...
habituado ao embuste
De um habitat molhado...
Tenho p'ra mim qu'é verdade
Que quem se molha amiúde,
Ou dá fodas de saudade
Ou anda mal de saúde...!"
Alcaide:
"oh! soldado...não o puxe
não o monte assim em pêlo
olhe que ele não é o Bush,
mas apenas um camelo!"
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