11 maio 2011
os passarinhos tão engraçados...
(U)ganda Vergonha
A posta na vitória possível
Voltei ao Facebook (até a Beatriz se incomodar)
A prostituta azul (X) - Sexualiza_dor
um peito coberto de lágrimas.
Não é fácil olhar
porque as lágrimas não têm cor
e desbotam-nos o coração.
Digo uma espécie de oração
triste, muito triste, embalo a dor
para ver a dor chorar
porque a dor não adormece as almas
quando a consigo adormecer,
quando a consigo embalar.
Não é fácil olhar
e só por vezes consigo ver.
10 maio 2011
Momentos Kodak: Mãozinhas de músico
Libélula Purpurina disse... Olá Sãozinha
Não há como o ilustarado! Jamais imaginaria o amigo Schubert a dar o nome ao ruído da passagem do pano pelo corredor!!
27 de Outubro de 2010 20:21
São Rosas disse... E vê lá se não é mesmo a sonoridade da coisa: "Schubert... Schubert..."
(isto, claro, numa dada fase da coisa... e assim...)
27 de Outubro de 2010 20:44
Libélula Purpurina disse... Suponho que tenhas melhores condições para o avaliar que eu... uma vez que as tuas orelhas tendem a andar, supostamente, mais próximas do corredor que as minhas... mas parece-me bem apanhada... a sonoridade da coisa... e assim...
28 de Outubro de 2010 03:09
São Rosas disse... Com o trabalho bem feito nem se ouve esse som, porque há outros que se sobrepõem... mas se houver silêncio (dífícil... difícil...) ouve-se Schubert, sem dúvida :O)
28 de Outubro de 2010 07:29
Libélula Purpurina disse... Então, quer dizer... Schubert não é mesmo para os ouvidos de quem sabe da poda... Ainda bem que prefiro Chopin! ;)
28 de Outubro de 2010 13:54
São Rosas disse... Sim, sim, os violinos :O) de Chopin.
28 de Outubro de 2010 14:10
Libélula Purpurina disse... Aqueles que têm uma vareta que sobe e desce, não é? São os meus favoritos! :)
28 de Outubro de 2010 15:07
Libélula Purpurina disse... ... sobretudo os de Chupan... Perdão! Chopin!
28 de Outubro de 2010 15:17
Libélula Purpurina disse... ... e até já ouvi dizer que o gajo também era bom nas composições para teclar (o Chupan... Perdão! Raios! Chopin!! Chopin!!)
28 de Outubro de 2010 15:22
São Rosas disse... As mãos dos músicos fazem maravilhas... (dizem) cof... cof... cof... cof... cof... cof...
28 de Outubro de 2010 15:26
Libélula Purpurina disse... (Sãozinha, minha querida! O quanto tu me inspiras! Acho que não resisto a escrever um post com este nome: "Os violinos de Chupan"!)
28 de Outubro de 2010 15:27
São Rosas disse... E os sexofones de Schubert :O)
28 de Outubro de 2010 15:28
Libélula Purpurina disse... Até parece que me lês os pensamentos!! Mãozinhas de músico... ahahahahaha
28 de Outubro de 2010 15:30
Libélula Purpurina disse... És demais! Não há como tu! Afinal sempre quero casar contigo!! :)
28 de Outubro de 2010 15:31
São Rosas disse...
Os arpejos dão uma técnica que ui, ui...
[blog Libélula Purpurina]
Caminhos
Bases para copos oferecidinhas de fresco pela Buguita
A lady.Bug foi a New York e trouxe-me esta prendinha... digo, estas 10 prendinhas: bases para copos «pole girl».
As 'ssoas como a Buguita estão sempre no meu croissant... digo, c'ração.
09 maio 2011
Sexo imobiliário
Esborrachou o rosto contra as mamas generosas com o entusiasmo de um gaiato que se atira à última fatia de um bolo divinal. Durante uns segundos ficou ali, passeando a pele na fina seda que o acolheu, e depois a boca desceu até onde ela o conduzia com a leve pressão das mãos nos cabelos despenteados por dedos agitados num compreensível frenesim.
Guloso, não escondeu o apetite que trazia enquanto beijava e lambia, deliciado com o som do prazer que ela fazia ecoar pelas paredes que os ouviam em confissão. Ele confessava um tesão incontrolável e ela gemia satisfação pelo homem que a servia e ao mesmo tempo parecia sorver aquele corpo à sua disposição, rendido num orgasmo inaugural que ela gritou porque não conseguiu evitar, e ele não parava de estimular-lhe a vontade de ter mais.
Já o sentia, tão quente, a passear pelas redondezas do espaço que iria ocupar pouco depois com aquele bilhete de identidade da sua inequívoca masculinidade que exigia de uma boca que ela não lhe negou e foi por ali que ele entrou como em casa sua, proprietário no seu estatuto temporário de titular daquele espaço de arrumação que lhe aumentou ainda mais o tesão que ela queria sentir por toda a casa que se aceitou personificar, toda ela anfitriã para receber o visitante inesperado que sem se fazer anunciado a tomou por detrás depois de ele lhe fincar os dedos nas nádegas que roçou até ao ponto que escolheu e sabia pronto para o albergar a seguir.
O Meu Mundo
A certa altura segredo ao meu mundo as emoções que intensamente quero sentir enquanto na minha carne houver vida.
Rogo-lhe que me sinta em si.
Segredo-lhe das formas helénicas que espero ter aos seus olhos.
Pergunto-lhe se posso ser grande. Será que o meu mundo me vê grande e voluptuoso?
Quero explodir as suas entranhas com manifestações de felicidade. Empurrar as mágoas para fora dele e ser o Pai que o protege da Dor.
Afago o meu mundo com carícias serenas... mas afinal sempre de mim para comigo...
Segredo quase tudo ao meu mundo... esse a que chamas peito e onde vive o teu coração.

