19 julho 2016
Como será quando preencher a declaração de IRS?
Jovem trabalhadora precária de ginásio num momento de pausa para ganhar coragem para o preenchimento do recibo verde.
Sharkinho
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«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 48
O livro «Mulheres - retratos de respeito, amor-próprio, direitos e dignidade», de Carol Rossetti, está em venda em Portugal, editado pela Saída de Emergência.
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Os exuberantes e picantes anos 20
«The roaring twenties - a spicy pop-up book for adults only». Livro de 1984 com textos de Peter Seymour, design de Dick Dudley, engenharia de papel de Rodger Smith e Dick Dudley, e ilustrações de Borje Svensson.
Mais um excelente livro pop-up para a minha colecção.








A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
Mais um excelente livro pop-up para a minha colecção.
A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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18 julho 2016
Postalinho de Sintra
"Escultura de Luís Araújo, «manto da Rainha Santa Isabel», que faz parte da exposição pública com o tema «Rainhas e Sonhos», em Sintra."
Paulo M.
Paulo M.
Eva portuguesa - «Sensualidade»
Estou deitada em cima da cama nua, a deixar-me embalar pela preguiça e sensualidade deste calor.
Ligo a ventoinha num som suave e monótono que me desperta os sentidos.
Uma gota de suor escorre-me por entre os seios.
Entreabro lentamente as pernas.
Sinto o fresco no meu sexo.
Desço uma mão suavemente.
Fecho os olhos.
Penso em ti...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Ligo a ventoinha num som suave e monótono que me desperta os sentidos.
Uma gota de suor escorre-me por entre os seios.
Entreabro lentamente as pernas.
Sinto o fresco no meu sexo.
Desço uma mão suavemente.
Fecho os olhos.
Penso em ti...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
17 julho 2016
A minha página no Facebook foi cancelada... e pode ser mesmo eliminada
O motivo foi a publicação automática do post de hoje, «PI das brincadeirinhas». Normalmente, o que faço é remover os conteúdos que saem lá com imagens mais... fortes. Mas hoje não pude eliminar logo essa imagem... e eles fizeram-no. «Recorri» dessa decisão. Irão analisar e podem mesmo eliminar permanentemente a página...
"De momento, a tua Página não está visível no Facebook. Reparámos que o conteúdo publicado na tua Página não cumpre os Termos do Facebook e os Padrões da comunidade, pelo que a publicação da mesma foi cancelada. Estes Termos e Padrões ajudam a garantir que o Facebook permanece um ambiente acolhedor e respeitável.
O Facebook tem uma política rigorosa que proíbe a partilha de conteúdo pornográfico. Também impomos limites à nudez.
Se pensas que a publicação da tua Página foi cancelada por engano, podes recorrer desta decisão. Antes de recorreres, sugerimos que elimines da tua Página qualquer conteúdo desrespeitador. Tem em atenção que a tua Página é eliminada permanentemente se o teu recurso for negado.
Recorreste desta decisão (Hoje às 19:18)"
"De momento, a tua Página não está visível no Facebook. Reparámos que o conteúdo publicado na tua Página não cumpre os Termos do Facebook e os Padrões da comunidade, pelo que a publicação da mesma foi cancelada. Estes Termos e Padrões ajudam a garantir que o Facebook permanece um ambiente acolhedor e respeitável.
O Facebook tem uma política rigorosa que proíbe a partilha de conteúdo pornográfico. Também impomos limites à nudez.
Se pensas que a publicação da tua Página foi cancelada por engano, podes recorrer desta decisão. Antes de recorreres, sugerimos que elimines da tua Página qualquer conteúdo desrespeitador. Tem em atenção que a tua Página é eliminada permanentemente se o teu recurso for negado.
Recorreste desta decisão (Hoje às 19:18)"
Luís Gaspar lê «Reparastes…» de João Garcia de Guilhade
Reparastes, donas, que no outro dia
o meu namorado, comigo falou
Como se queixava? Tanto se queixou
que lhe dei o cinto.
Dei-lhe o que podia:
e pede-me agora o que não devia.
Vistes (antes nunca tal coisa se visse!)
que à força de muito, muito se queixar,
fez-me da camisa o cordão tirar:
o cordão lhe dei: no que fiz tolice:
e o que pede agora, antes não pedisse.
Das minhas ofertas, João de Guilhade,
enquanto as quiser, não o privarei,
que muitas e boas, já dele alcancei;
Nem lhe negarei, minha lealdade.
Mas… de outras loucuras, tem ele vontade!
Português antigo
Vistes, mias donas, quando noutro día
o meu amigo comigo falou,
foi mui queixos’e, pero se queixou,
dei-lh’eu entón a cinta que tragía,
mais el demanda-m’or’outra folha.
E vistes (que nunca, nunca tal visse!)
por s’ir queixar, mias donas, tan sen guisa,
fez-mi tirar a corda da camisa
e dei-lh’eu dela ben quanta m’el disse,
mais el demanda-mi al, que non pedisse.
Sempr’haverá don Joán de Guilhade,
mentr’el quiser, amigas, das mias dõas,
ca ja m’end’el muitas deu e mui bõas,
des i terrei-lhi sempre lealdade,
mais el demanda-m’outra torpidade.
João Garcia de Guilhade
Este poema faz parte do iBook “Coletânea da Poesia Portuguesa – I Vol. Poesia Medieval”
disponível no iTunes.
Transcrição do Português antigo para o moderno de Deana Barroqueiro.
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
«coisas que fascinam (193)» - bagaço amarelo

Podemos perguntar também onde está o nosso Amor quando não sabemos dele. É legítimo. Às vezes o Amor é apenas algo que se perdeu e tudo o que se perde pode encontrar-se de novo. Se não pode, pelo menos faz bem acreditar que sim. Acreditemos que é uma questão de procurar, então. Mesmo que não seja, claro.
Cheguei atrasado porque tinha demorado a encontrar as minhas chaves de casa. Ela não se chateou, pelo menos a julgar pelo sorriso largo que fez assim que abriu a porta. Abraçou-me e deu-me a mão, como se eu precisasse de um guia para os dez metros que distanciam a porta de entrada da casa dela da sala. Depois largou-me como se larga um balão de ar quente e eu não voei. Fiquei ali, preso ao doce suor da mão dela.
Tirou-me um café com um fundo de aguardente, pôs música a tocar no velho rádio que conheço do tempo em que ela me dava a mão todos os dias e esticou as almofadas que adornam o sofá. O gato dela resmungou um pouco e depois assumiu a propriedade de uma delas. Ri-me. Ela também.
Ali, numa sala que já foi minha, procurei o meu Amor como se procura um objecto qualquer. Até o procurei nos olhos claros dela e nos cabelos que voavam em electricidade estática. Procurei-o em cada canto da memória, mas não o encontrei nestes lugares óbvios. Já não está lá.
Talvez esteja mais perto de mim, numa espécie de bolso de casaco que hei-de vestir outra vez um dia destes.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
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