Os problemas da pluralidade vistos pela Mushu para o Webcedário
05 maio 2005
Romance de cordel
Oh São, reencontrá-lo passados dez anos foi uma festa que o sorriso aberto dele não deixava ser outra coisa. Tantas horas de confidências, a meter componentes electrónicos em plaquinhas, voltavam como se fosse ontem.
Longe estavam os tempos em que o pai cauteleiro vinha sempre para casa maduro como um cacho e a mãe que ganhava o sustento em trabalhos domésticos, se acotovelavam com os seis filhos. As duas irmãs dormiam com os pais para não haver misturas. No outro quarto, os rapazes mantinham as praxes dos mais velhos mostrarem aos mais novos o sentido da vida, pelo lado biológico, contentando-se ele por só ter dois irmãos mais velhos e ainda haver um mais novo. Assim como assim, na situação de comboio, não era ele a locomotiva. Com o tempo, passou a apreciar aquela penetração a cuspo com os dedos cravados nas nalgas, a um ponto que até se lhe alçava o membro e não tinha remédio senão sacar da mãozinha até os dedos ficarem pegajosos. E assim passou a aventurar-se no circuito nocturno tradicional das casas de banho das estações de comboio, jardins de Belém, Príncipe Real e cimo do Parque Eduardo VII.
Agora São, é um gosto ver como ele se sente bem. Tinha levado o namorado, com quem coabita há dois anos, a casa dos pais e eles receberam-nos.
Longe estavam os tempos em que o pai cauteleiro vinha sempre para casa maduro como um cacho e a mãe que ganhava o sustento em trabalhos domésticos, se acotovelavam com os seis filhos. As duas irmãs dormiam com os pais para não haver misturas. No outro quarto, os rapazes mantinham as praxes dos mais velhos mostrarem aos mais novos o sentido da vida, pelo lado biológico, contentando-se ele por só ter dois irmãos mais velhos e ainda haver um mais novo. Assim como assim, na situação de comboio, não era ele a locomotiva. Com o tempo, passou a apreciar aquela penetração a cuspo com os dedos cravados nas nalgas, a um ponto que até se lhe alçava o membro e não tinha remédio senão sacar da mãozinha até os dedos ficarem pegajosos. E assim passou a aventurar-se no circuito nocturno tradicional das casas de banho das estações de comboio, jardins de Belém, Príncipe Real e cimo do Parque Eduardo VII.
Agora São, é um gosto ver como ele se sente bem. Tinha levado o namorado, com quem coabita há dois anos, a casa dos pais e eles receberam-nos.
04 maio 2005
Qué qu'eu disse?!
Uma pequena peça videográfica sobre relações Homem-Mulher.
Provavelmente de autoria de alguém amargurado, a acabar de sair de uma relação muito dolorosa. Porque estas coisas normalmente pensam-se mas não se dizem.
É possivel que este video já tenha sido aqui disponibilizado anteriormente mas como sou novo na casa não tenho essa certeza e não estou para ir aos arquivos infindáveis, no fundo da Afunda, pesquisar. Prefiro repetir, até para dar ênfase.
Provavelmente de autoria de alguém amargurado, a acabar de sair de uma relação muito dolorosa. Porque estas coisas normalmente pensam-se mas não se dizem.
É possivel que este video já tenha sido aqui disponibilizado anteriormente mas como sou novo na casa não tenho essa certeza e não estou para ir aos arquivos infindáveis, no fundo da Afunda, pesquisar. Prefiro repetir, até para dar ênfase.
O professor Júlio Machado Vaz, no "Amor É..." da Antena 1, já deu o primeiro passo para que o talento da Encandescente se venha
Quem fala?
-Estás onde?
-Estou num almoço com colegas. Coisa chata, respondeu ele falando baixinho.
-Estou deitada. Pensava em ti. Pensava em nós.
Não desligues.
Quero falar-te assim baixinho. Ao ouvido. Ninguém vai perceber.
Queres saber o que estou a fazer agora?
-Psiuu… Não respondas. Não digas nada.
Tenho a mão no pescoço, perto da orelha, onde ontem brincaste e enrolaste a língua. Acaricio o pescoço lentamente, só com a ponta dos dedos.
Agora, toco o peito. Um dedo no meio dos seios. Um dedo só.
Contorno-os. Rodeio-os com as mãos.
Toco e sopeso-os por baixo como tu gostas, apertando ao mesmo tempo o mamilo. Imagino a tua voz perguntar: Gostas?
Desço no meu corpo.
Deixa-me ouvir-te respirar. Isso...
Respira no meu ouvido. Não digas nada.
Desço no corpo. Brinco com o umbigo. Aqui, ontem, deste uma dentada leve, lembras-te?
Desço mais meu amor?
Abro as pernas. Só um pouco.
Pus-me de lado.
Tenho uma perna estendida, a outra meio dobrada.
Acaricio as coxas, a mão apertando a carne…
Como te quero.
Como te queria aqui agora meu amor.
Lentamente aproximo a mão do meu sexo. Toco-o.
Desculpa se não ouves muito bem, agora é difícil falar. Ouve-me só.
Ouve como suspiro e anseio por ti e imagina...
...
Vou tomar um banho e esperar-te.
Bom almoço meu amor.
"Falo" - fala o Quim Nogueira
O nosso companheiro da FundiSão Quim Nogueira, do Lobices, diz que vê aqui "...simbologias fálicas e uterinas numa só visão de conjunto...": 
E depois dizem que a tarada sou eu!
Pesquisas que se vieram à funda São
Google:
levar no cu fotografias [não preferes comprar um álbum?]
manteiga primor [aqui é mais KY]
cona da virgem [és uma pessoa de fé...]
boca funda [olha que ainda não tinha visto desse ângulo]
masturbação Alentejo [variante individual de sexo tântrico]
toalhetes de mão perfumados [haja alguém com higiene...]
fellatio em inglês [vieste ao sítio certo: é "brosh"]
menina gosta de levar no cu
moca com grelo [não quererias dizer "morcela"?!]
dimensões do ânus [olha, o meu é apertadinho]
bicos de mamas [sabes distinguir de bicos de fogão?]
tesão em Portimão
mel no cu [eu conheço é o mel gibson]
foder cachorro [não estás a pensar mesmo nisso, pois não?!...]
esporradelas para a boca [se fizeres o pino vais ver que consegues]
troca de casais [e não deram por ela?!...]
sexo oral engolir pénis [vais partir a coluna...]
fotos de mulheres que engolem gala [peço esclarecimento]
jogos com esporra
Google (Brasil):
posições sexuais preferidas na Alemanha
Google (UK):
fetish da mordaça
Yahoo:
depilação testicular [podes desenvolver?!...]
levar no cu fotografias [não preferes comprar um álbum?]
manteiga primor [aqui é mais KY]
cona da virgem [és uma pessoa de fé...]
boca funda [olha que ainda não tinha visto desse ângulo]
masturbação Alentejo [variante individual de sexo tântrico]
toalhetes de mão perfumados [haja alguém com higiene...]
fellatio em inglês [vieste ao sítio certo: é "brosh"]
menina gosta de levar no cu
moca com grelo [não quererias dizer "morcela"?!]
dimensões do ânus [olha, o meu é apertadinho]
bicos de mamas [sabes distinguir de bicos de fogão?]
tesão em Portimão
mel no cu [eu conheço é o mel gibson]
foder cachorro [não estás a pensar mesmo nisso, pois não?!...]
esporradelas para a boca [se fizeres o pino vais ver que consegues]
troca de casais [e não deram por ela?!...]
sexo oral engolir pénis [vais partir a coluna...]
fotos de mulheres que engolem gala [peço esclarecimento]
jogos com esporra
Google (Brasil):
posições sexuais preferidas na Alemanha
Google (UK):
fetish da mordaça
Yahoo:
depilação testicular [podes desenvolver?!...]
03 maio 2005
02 maio 2005
A minha vida amorosa 100 outras estórias
Lembro-me muito bem da Dina, marcou-me imenso. A mim e aos meus amigos que passavam a vida a dizer-me que talvez não fosse a mulher ideal para mim. A exuberância das maçãs do rosto eram compensadas pela falta de cintura, e os tornozelos adivinhavam-se por baixo de uma prega que a pele fazia e cobria por completo a ponta mais saliente do perónio. Eu gostava muito dela mas tinha dificuldades em a sustentar. Quando até os familiares me começaram a cobrar os arranjos das ombreiras das portas foi a gota de água.
O teu corpo
Encostou-se à parede.
No outro lado do telefone. Noutra paisagem. Noutro quarto.
Ela.
Fechou os olhos.
Queria os olhos nus de si. Queria nos olhos o corpo dela.
Queria no corpo o corpo dela.
Ser o corpo dela:
- Queria sentir o que sentes. Ter o teu corpo. Só assim saberia do teu corpo agora.
- Eu guio a tua mão.
E a voz dela agarrou-lhe a mão.
E a voz guiou-o.
Olhos fechados. Nu.
Tocou o peito desejando os seios dela.
Apertou os mamilos provocando nele a dor ligeira que provocava nela.
Tocou o ventre desejando anular a pele. Ser pele dela.
A voz guiou-o.
Apertou as pernas. Prendeu o sexo duro entre as coxas.
Desejando ser o sexo dela.
Desejando, ao contrair as coxas, ao apertar o sexo, sentir o que ela sentia quando no sexo dela o apertava e se contraía e o contraía.
Sentia, nu, encostado à parede o sexo palpitante.
Disse:
- Queria dar-te o meu sexo. O meu corpo. Nos olhos só tenho o teu.
A voz guiou-o.
E o orgasmo era ela.
(Escrever no masculino, foi o desafio que a Maria me lançou. Aceitei-o.A ideia original foi do Nikonman )
Foto: Konrad Gös
Educar as Massas.
Agora peço um bocadinho de abertura de espirito para este próximo site. Trata-se de uma fonte de informação fidedigna sobre um determinado assunto, mais precisamente de uma... hã... hum... Enciclopédia. Vai-se a ver e até pode ser que aprendam alguma coisa lá.
Mudando um bocadinho de acção de formação, temos aqui uma visita virtual por obras de arte antigas... e picantes.
Como alguém disse uma vez "A arte é comida para a alma". E até posso ter sido eu a dizer isso... numa noite de grande bebedeira...

Update: Toda a gente sabe que a mais segura forma de contracepção é a abstinência. E é possivel ser-se feliz nesta prática (não) sexual. Atentem, meninas:
Portanto fica aqui o conselho: Abstenham-se ou votem em branco...
Mudando um bocadinho de acção de formação, temos aqui uma visita virtual por obras de arte antigas... e picantes.
Como alguém disse uma vez "A arte é comida para a alma". E até posso ter sido eu a dizer isso... numa noite de grande bebedeira...
Update: Toda a gente sabe que a mais segura forma de contracepção é a abstinência. E é possivel ser-se feliz nesta prática (não) sexual. Atentem, meninas:
When hugging or kissing your faith partner, you may have noticed a little something getting hard inside his pants. It's called the penis and it means he wants to marry you! It's perfectly safe so long as he keeps it inside his pants. You can grab it, stroke it, squeeze it, or rub yourself against it like a fevered dog. Trust us, he won't mind a bit! Simply continue to rub, squeeze and fondle your faith partner through his jeans until he promises to marry you. It's that easy!
Portanto fica aqui o conselho: Abstenham-se ou votem em branco...
Prescrição para males de amor
Este poema da Encandescente foi escrito no dia 15 de Março. Foi editado por ela ao mesmo tempo, aqui e no Erotismo na Cidade.
Circula um e-mail que atribui a autoria a "uma aluna de 16 anos da escola C+S da Rinchoa". A primeira versão do mail chamava-se "Manifesto Anti-Camões". A segunda "Camões Sec. XXI". Relembremos como a Encandescente odeu o Camões:
Prescrição para males de amor
“Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer”

Ah Camões
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão
Compravas um computador
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo
Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo. Encandescente
O Pedro Oliveira prefere oder numa versão... menos lírica (que até dói):
Esquentamento
Ah, Camones
Se vivesses hoje em dia
Levavas no olho todos os dias
Uns quantos analgésicos
Para não te doer
Deitavas a Pena fora
Compravas um vibrador
E descobririas
Que essas dores que sentias
Eram feridas de amor
O OrCa, como sabemos, gosta de oder atrás:
ode o Vaz
ode o Machado
quando ode a Encandescente
ode o Júlio ou o Luís
um que é Camões lá p'ra trás
outro Antena Um pela frente
afirmar urge no fundo
a verdade nua e crua
nunca se odeu o Camões
lá p'ròs lados da Rinchoa
que não o ode quem quer
nem sempre quem é capaz
que ele nem é de oder à toa...
mas ode-o a Encandescente
por trás
por cima
pela frente
e o Júlio Machado Vaz
que é porreiro e bom rapaz
dá a ode a conhecer
a um porradal de gente!
e quem assim ode é certo
que lhe sobra engenho e arte
p'ra mandar o chico-esperto
da Rinchoa àquela parte!
O OnanistÉlico remata como ode:
Arder sem amar é dor que se sente
Amor é uma ferida que dói de contentamento
É fogo que não vê a dor descontente
É dor que desatina com o casamento
São versos que choram como toda a gente...
Circula um e-mail que atribui a autoria a "uma aluna de 16 anos da escola C+S da Rinchoa". A primeira versão do mail chamava-se "Manifesto Anti-Camões". A segunda "Camões Sec. XXI". Relembremos como a Encandescente odeu o Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer”
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão
Compravas um computador
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo
Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo.
O Pedro Oliveira prefere oder numa versão... menos lírica (que até dói):
Esquentamento
Ah, Camones
Se vivesses hoje em dia
Levavas no olho todos os dias
Uns quantos analgésicos
Para não te doer
Deitavas a Pena fora
Compravas um vibrador
E descobririas
Que essas dores que sentias
Eram feridas de amor
O OrCa, como sabemos, gosta de oder atrás:
ode o Vaz
ode o Machado
quando ode a Encandescente
ode o Júlio ou o Luís
um que é Camões lá p'ra trás
outro Antena Um pela frente
afirmar urge no fundo
a verdade nua e crua
nunca se odeu o Camões
lá p'ròs lados da Rinchoa
que não o ode quem quer
nem sempre quem é capaz
que ele nem é de oder à toa...
mas ode-o a Encandescente
por trás
por cima
pela frente
e o Júlio Machado Vaz
que é porreiro e bom rapaz
dá a ode a conhecer
a um porradal de gente!
e quem assim ode é certo
que lhe sobra engenho e arte
p'ra mandar o chico-esperto
da Rinchoa àquela parte!
O OnanistÉlico remata como ode:
Arder sem amar é dor que se sente
Amor é uma ferida que dói de contentamento
É fogo que não vê a dor descontente
É dor que desatina com o casamento
São versos que choram como toda a gente...
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