este amigo que encontrei no Lisboa Downtown 2006 assegura que trata do assunto.
Fodografia de Ognid
Entretanto, cientistas nortenhos, devido ao aumento recente do preço do petróleo, procuram desenvolver um veículo motorizado a energias renováveis, nomeadamente uma energia limpa e abundante em Portugal: A Farpa. Esta energia revolucionária baseia-se essencialmente nas potencialidades do Bio-Gás para produzir movimento e não tem quase qualquer emissão de substâncias poluentes para a atmosfera. A OPEP já se manifestou bastante preocupada por esta descoberta e que venha desestabilizar os mercados internacionais, que estão predominantemente assentes e dependentes do petróleo, se não houver cuidado em colocá-la no mercado de forma faseada. Podemos entretanto aqui ver um pequeno protótipo, O Farpa-Away, que a equipa desenvolveu para provar a aplicabilidade da descoberta e potenciar novos investimentos. Pode ser finalmente este o motor da retoma económica em Portugal. |
Por vezes, era como se acordasse de uma dormência mais imposta do que desejada. Nesses momentos desligava a música, diminuía a luz da sala, deixava que o cigarro ardesse no cinzeiro, recostava-se no sofá e olhando-se a si mesma, masturbava-se. Primeiro a medo, não fossem as crianças acordar com um sonho mau e procurá-la para um aconchego. Depois, quase embalada pela visão do seu corpo visto de cima, as mamas pequenas em primeiro plano, depois o ventre ligeiramente arredondado, o tufo escuro de onde surgia o clítoris, rosa púrpura em fundo negro, depois a curva dos joelhos, perfeita, lisa como água, tocava-se. Descrevia a curva das mamas, sentia-lhes o calor, devagar primeiro, com alguma urgência depois. Então, mantendo uma das mãos a sopesar o peito, descia a outra que emprestava um dedo, apenas um, à busca do orgasmo. Certeiro, habituado, o dedo descrevia movimentos ora rotativos, ora aleatórios, variando a pressão conforme a resposta do seu corpo. Vinha-se quase em silêncio, um gemido que era quase um suspiro era o que mascarava a energia gerada pelo orgasmo. Cansada, dava a última passa no cigarro que durava mais do que o seu prazer, apagava-o e ia deitar-se. Dormia quando o marido chegava do turno da noite e não chegava a senti-lo encostando-se ao seu corpo e sentindo-lhe o cheiro.
Esquecida como estava dessas coisas a que muitos chamam intimidade, precisou de algum tempo para se sentir preparada. Começou por massajar os nós dos dedos. Depois olhou as mãos compridas e bronzeadas. Com um cuidado vagar, espalhou creme pelas mãos, envolvendo-as na sua suave textura.