18 outubro 2006

CISTERNA da Gotinha


Small Prick: Blog para ver com lupa ou até mesmo telescópio.

São, já tenho saudades das nossas saídas... quando vamos
beber um copo?!

Não percebo a aversão que a São tem a
sapos....

Qual a top model que preferem: -
Adriana Lima vs. Alessandra Ambrosio?

Vídeo:
Vida Guerra

Chinês com 105 anos procura mulher: exige que esteja na casa dos cinquenta e perceba de medicina e literatura. (sugestão do sempre atento MN)

Mindy Vega em lingerie azul-bebé.

E agora há bicos de cores!


Encomenda a «Faz-me um Bico» e outras t-shirts exclusivas da funda São,
agora disponíveis em branco, rosa, cinza claro, azul bebé e amarelo

Continuo a receber - e adoooro - notícias das aventuras da malta no reino dos bicos:
João Mãos de Tesoura: "Ontem à noite, no bar Speakeasy, espaço com música ao vivo em Lisboa, encontrei no WC um painel com recortes de jornais do dia, publicidade e uma fotocópia do desenho da tua T-Shirt em papel reciclado! O dono é filho do Carlos do Carmo, homem de bom gosto como o pai!
A foto não está muito nítida, o telefone não pôde fazer mais!"
Ricardo I.: "Fui ao Colombo em lisboa e a tua t-shirt foi um sucesso. Até as pessoas mais velhas se riam do desenho. Por isso acho que vais vender muito mais do que aquelas que já vendeste. Vai ser um best seller."
Daniel L.: "5 Estrelas! Levei-a ontem para a Estação da Luz (discoteca de Aveiro) e foi demais! Mas antes ainda corri vários bares com um grupo de amigos para fazer um «test drive»... Muito bom! O lápis realmente faz a diferença ;) Um colega meu gostou tanto que também vai encomendar uma."
João M.: "A t-shirt fez um furor (nada que não estivesse à espera) entre a comunidade de pessoas com que costumo andar(e outras também). Com os rapazes foi logo a loucura... t-shirt louca... As meninas... umas brincavam com a frase e perguntaram (as marotas) quando poderiam ir «desenhar um...»... bom, tu entendes. Resumindo, adorei... e adoraram...
ps: os meus pais não acharam graça no início... mas o que se há-de fazer? São pais! Já é habitual serem do contra... lolol"

A Matahary, sempre atenta, até descobriu o meu desenho no Hi5.
Mas nem tudo São Rosas (olha, sou eu!):
Zé M.: "Agrada-me a maneira como as pessoas reagem às t-shirts. Olham, riem-se, fingem que não vêem, surpreendem-se... um fenómeno! Tenho pena é a impressão não ser das melhores. Ficam um pouco desbotadas após a 1ª lavagem e olha que eu lavo a roupa a 30º. De resto, impecáveis."
Pois é, eu bem aviso na página das t-shirts que a lavagem deve ser à mão, em água fria, com sabão neutro. Ao passar a ferro, deve ser com a t-shirt do avesso e nunca com o ferro sobre o próprio transfer.

Para acabar em beleza, o prémio dos melhores bicos vai para o Fivestar e o seu grupo de amigalhaços, a quem já prometi um desconto na próxima encomenda, que eles bem merecem:


Será?

Esteatopigia numa Hotentote

Esteatopigia. Hipertrofia das nádegas ocasionada pelo acumular de gordura na região. O fenómeno ocorre em ambos os sexos, mas é mais visível em mulheres; apesar de dificultar a locomoção, o aumento das nádegas parece funcionar como um elemento de atracção sexual.




Bartolomeu dixit

Esteatopigia...
disse ela, rolando o rabo
Eu até to metia...
disse eu, mostrando o nabo

Ela olhou de soslaio
e uma risada soltou
Mais, foi esse o paio
que com meu cu sonhou?

Olha bem Bartolomeuzinho
o que tu vai ter de andar
até chegar ao cuzinho
vai ter muito pra nadar

Num tem probrema não
minha neguinha marota
se num fô caralho, é mão
que é bem milhor qui pixota

Ai Bartô assanhadinho
o ki tu fala pa mim
toma lá intão o rabinho
e come como se fora pudim

17 outubro 2006

Hummm... que bela noite eu vou ter!





Tom

Será castigo...

Ladrão obrigado a fazer sexo oral

raim's blog

Diário dum Padre, parte VI


O Paraíso... essa coisa incorpórea, sentimento difuso em que os padres e mestres transformavam a sexualidade latente...


Naquele mesmo instante em que a sentia sentada no meu colo, de pénis hirto com um tesão que me fazia doer todo o corpo e que ela excitava ainda mais com a doçura da sua mão, não pensava noutra coisa que fosse comê-la ali mesmo em pleno confessionário.
Todos os ensinamentos estavam agora a milhões de anos-luz e os seus lábios, os seus peitos o seu sexo eram todo o meu Paraíso.
O Paraíso! Essa coisa incorpórea, esse sentimento difuso em que os padres e Mestres do Seminário habilmente transformavam a sexualidade latente dos alunos, futuros sacerdotes, adiando sempre o gozo supremo para além da morte, sempre mais além numa promessa de orgasmo não confessado mas sublimado num prazer espiritual eterno.
Mas se havia algo ao qual se pudesse chamar Paraíso, isto era o Paraíso! Nada do que se parecesse com o estado de Graça eterna junto ao Pai Criador que só mereceria após uma vida de labuta lágrimas e sacrifícios.
Agora era o futuro!
Agora era o Céu, mesmo a uns centímetros de mim. Sem sacrifícios outros que não fossem os dum adiamento por uns meros segundos, acordei num rasgo.
-Pára. – Disse-lhe eu, de repente tomado pelo resto de consciência subitamente desperta.
- Vamos para os meus aposentos. – Acrescentei ao vê-la tomada de surpresa e com uma quase expressão de decepção no rosto.
Num salto apressei-me a fechar a porta principal da igreja, regressei, e peguei-lhe no braço mais uma vez encostando-a mim.
Flutuámos pelo piso liso do chão sob a única luz vinda dos vitrais que nos incendiava a pele com todas as cores. Subitamente libertas da torrente branca que tinha entrado pela porta principal até momentos antes quando a deixara do lado de fora, junto ao resto do mundo, selando o espaço imenso só para nós, para o nosso momento.
Cenas e passagens santas ilustravam lá no alto em múltiplos arco-íris a emoção que de repente enchia toda a igreja.
Entrámos para a sacristia e quase sem tocar nos degraus subimos as escadas para o meu pequeno quarto.
Nem a porta encostei pois sem mais ela atirou-se a mim, mordeu-me os lábios com frenesim e quase num sufoco tirou a blusa expondo um peito firme sem soutien.
- Oh meu Deus. – Exclamei... - Meu Deus... -
Riu-se para mim e um a um desabotoou-me a sotaina, metendo mais uma vez a mão no pénis completamente babado.
Riu-se mais uma vez e despiu-se toda.
Não resisti mais e num único gesto peguei-lhe pela cintura, pus a mão sob o peito direito e mordendo o pescoço atirei-a sobre a cama ao canto do quarto…

( continua)

Em época de marmelada…

MARMELO

Cydonium vel Cotonium

Pomo recente do MARMELEIRO – Pyrus Cydonia LINN. (Cydonia vulgaris PERS.) Rosácea arbórea, do Oriente, muito cultivada no continente e na Madeira.





Vulgar.

Suco – Cydonii succus – obtido por expressão da polpa do marmelo em começo de maturação e privado do seu revestimento lanoso. Posto em lugar fresco, decantado e filtrado depois de sofrer ligeira fermentação, constitui o Suco de marmelo depurado – Cydonii succus depuratum.

Emprego: Xarope de marmelo.

FARMACOPEIA PORTUGUESA
Lisboa: Imprensa Nacional, 1935 – pág. 344




O Bartolomeu Od'as mamas


Alegres e saltitonas
no peitinho ancoradas
São marmelos ou anonas
não importa, são mamadas

São rolinhas em seu ninho
papos de anjo gostosos
dêmos-lhes todo o carinho
e nossos beijos fervorosos

São laranjas sumarentas
melancias refrescantes
são altivas e opulentas
São as mais belas amantes

Mamas, maminhas, mamocas
em nada são diferentes
enchem-nos sempre as bocas
quer tenhamos ou não dentes

16 outubro 2006

CISTERNA da Gotinha


Keeley Hazell tem bom gosto em fatos de banho.

Ana Beatriz Barros: a sexy modelo da Victoria's Secret.

Este foi considerado o comercial mais quente e tórrido de sempre pela
Ask Men.

A fotografia posta a
nu com excelentes enquadramentos. Literalmente!

Mamas maminhas e mamocas.

De Poeta tenho muito pouco.

Um estudo sobre um haiku português:
Rimaste.
No c*,
Levaste.
Bom, é fraquinho. Mas há quem seja bem mais dotado. Atentem nesta apresentação do Poder do Ponto ao serviço da poesia portuguesa.
A minha Alma está parva.

O Bartolomeu oferece-se para ajudar na rima:
"Que bela condessa aquela
que greta tão bem esgalhada
Fez-me acender esta vela
Que começa a estar babada

Aos saltos e a fervilhar
de carola bem inchada
não a consigo desviar
só na cona quer morada

Acalma-te caralho insano
pára para descansar
bom frade diocesano
de capelo sempre a dar

A condessa vamos ver
esta noite a casa dela
prá foderes a bom foder
e dar-lhe uma enrabadela

A condessa é monumento
de grande veneração
use-se um bom unguento
e encha-se-lhe o cu de acção

E se o leite ela exigir
directo do mamadouro
até o pode engolir
porque o produto vale ouro"

Hoje é Segunda-feira!

Crica para aumentar
Será que assim a semana passa mais depressa?


foto: Johannes Barthelmes

Momentos confusos - por Bartolomeu

"Ainda não seriam 11 horas quando o relógio do quarto bateu na sala as 12 badaladas. Por toda a casa ouviu-se o ruído silencioso que soou no corredor. Passos lentos aproximaram-se rapidamente à distância. De súbito, sem que eu duvidasse, ela apareceu, nua, vestindo uma túnica opaca de tecido transparente que não deixava adivinhar os contornos do seu corpo. Sorriu-me sem que qualquer músculo do seu rosto se movesse. Imóvel, estendeu a mão na minha direcção, pousando-a sobre a pedra da lareira. Olhou-me de costas, flectiu a perna esquerda que se mantinha direita e, sem articular uma palavra, afirmou perguntando:
- Chove lá fora, está um belíssimo dia para sair, ficamos em casa hoje.
Estranhei a certeza com que me admirei por não me surpreender com beijo oferecido que não me deu. Sobressaltei-me calmamente quando, num gesto súbito longamente reflectido, se ajoelhou à minha frente e me abraçou por trás. Confesso negando que naquele momento, volvidos alguns minutos, um frio abrasador circulou parado por fora do interior do meu ser inexistente, adormecendo os sentimentos insensivelmente despertos. Levantei-me imóvel e conduzi-a parada ao sofá da cama. Lentamente, beijei-a apressado sem lhe tocar. Minutos depois, sem que o tempo tivesse passado, rebolámos imóveis no colchão do tapete. Os seus gritos de prazer inaudíveis soaram calados na sua apatia. O seu corpo húmido, desfez-se por inteiro na aridez do seu espírito...
Olhámo-nos invisíveis, sonhámos a realidade de nos amarmos sem ainda nos conhecermos e, numa atracção de afastamento, unimos nossos corpos separando-os, numa fúria mansa, incontida na prisão de termos hoje o que amanhã seremos.

Bartolomeu"

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