30 novembro 2007


Bom fim de semana


Foto: Parker Fletscher

"Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza. A minha pardalona está a mudar de cor."

Qualquer profissão pode ter momentos e situações divertidas. Os médicos ouvem às vezes coisas que não lembram ao diabo. Só era preciso que alguém reunisse essas frases e diálogos.
Conta o JN que foi o que fez o otorrinolaringologista Carlos Barreiro da Costa, que recolheu no livro «A Medicina na Voz do Povo» frases ouvidas em diferentes consultórios e diversas especialidades ao longo de trinta anos. Só é pena que este livro só esteja disponível para médicos, como oferta da Bayer.
Aqui estão algumas das frases:
"A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece, com sua licença, espermatozóides."
"Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar ou o caralho, o nariz não se destapa."
"Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza. A minha pardalona está a mudar de cor."
"- Quantos filhos teve? - pergunta o médico.
- Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei três."
"Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada."
"Tenho de ser operado ao stick. Já fui operado aos estículos."
"Quando estou de pau feito... a puta verga."
"O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã."
"O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás."
"Senhor Doutor, a minha mulher tem umas almorródias que, com a sua licença, nem dá um peido."
"Fiz uma mamografia ao intestino."
...
_________________________
Contribuições da malta:
trugia - Aqui está uma que eu ouvi na minha vidinha: "já fui operado aos discípulos". E uma clássica:
Médico: - Tem orgasmos?
Paciente: - Não, tenho ADSE...

Lic - Também havia uma que tinha um "biombo no úbero".

Quem dá mais? A mim só me deu para inventar isto:
O homem regressou da consulta e disse à mulher:
- O senhor doutor tocou-me na tíbia.
A mulher respondeu-lhe:
- Uma pívia?! Ó homem, se era esse o problema podia ter-ta tocado eu!
antiga Rua dos Prazeres
Antigamente é que era bom

Orgasmo...


Orgasmos?
Muitos!
Que mereçam ser referidos?
Raros!
Que sejam verdadeiros?
Poucos!
Sentidos?
Todos!
Lembrados?
Todos!
Sonhados?
Todos!
Fodidos?
Nem todos...
Amados?
Volto já...
Vou consultar o auxiliar das memórias... selectivas.

Pole Dancing - aula única


Outras Coisas [via]

Papagaio Cíclope comedor


Alexandre Affonso - nadaver.com

29 novembro 2007

É este o frio de que te falava, aquele em cujas noites fazes ainda mais falta na minha cama. O frio que afugentas de mim quando a tua língua na minha pele deixa um rasto de arrepio, um arrepio que não é já de frio mas de prazer puro que, aos poucos, se transforma em antecipação de um outro prazer, diferente mas igualmente intenso e completo; o prazer que se continua quando mergulho dentro dos lençóis que entretanto aquecem com o calor dos nossos corpos, e nesse mergulho encontro o teu pénis e é então ele que mergulha na minha boca e aí se vem.

Rosa

Priguntas do Nelo


Melhéres, éi Nelo cu lhis prigunta:
Nam asham ca minha Efigénia shtá uma bileza?
Agora quela çe deichôu déça percaria das dietas.
(Fó-fó-fó, dietas. Que noijo!)
Imagineim çe ela ficáçe cumo as lambisgoitas tarrincaspinhas
açim cumo eça queu mostro aí em baicho neça
fodografia tirada numa festa de anus...
Eça galdéria, per acazo hera a anusversariante...
Uma tronga que me levôu o meu ingate, um home bom pró broshe,
a beim dezer, directamenti do meu pacote prás covas dela... sniff


Potencial Linguístico


Outras Coisas [via]

Tour des Artes



Sexo seguro..


Pela enésima vez, o gajo insistiu com a loira boazona para fazerem sexo.
Então, finalmente, ela disse:
- Eu só faço se tu fizeres um exame de sangue e provares que não tens SIDA!
Com o resultado do teste provando que estava limpo, ela concordou, e foram para cama, no mesmo dia.
Mais tarde, depois de uma sessão de sexo maravilhoso e selvagem, ela disse:
- Desculpa-me ter pedido para fazeres o teste, mas é que eu morro de medo de apanhar aquela merda de novo...

28 novembro 2007

Momento ramalhete rubro


Julgo que o facto do calor dilatar os corpos nos encostou no elevador que ninguém resiste à canícula tropical que se faz sentir tanto mais que o dito espaço nem estava assim tão apinhado. As calças de tecido fino não escamotearam as dimensões do seu músculo eriçado e objectivamente reclinado contra a película da saia que me cobria as nádegas, nem as oscilações à esquerda e à direita dos meus glúteos foram movimentação da crosta terrestre.

Os dias seguiram com os seus dedos esguios a avançarem como formigas pelo carreiro das minhas pernas e sem o encarar, passei a espalmar a mão entre as suas pernas em busca de correr o fecho que dava acesso ao mantimento prometido. E numa espiral febril arrimámos as bocas uma contra a outra dando espaço aos meus dedos para lhe esganar o apêndice num trajecto de ascensor enquanto os seus eram bichos carpinteiros nos grandes e pequenos lábios.

Mas o momento ramalhete rubro ocorreu quando a desoras da madrugada me fez uma moderna serenata de aparelhagem transmitida pelo telemóvel e repetidamente me acordou para dizer não importa que pintelhice a camuflar a corriqueira expressão de amo-te que nos proibimos de pronunciar porque aí senti o palpitar das suas veias todas na minha pele e estremeci na intimidade de não nos estarmos a incomodar.

Soprava o vento pela fresta....



Soprava o vento pela fresta
A menina comia nêspera
Antes de dar em segredo
O níveo corpo ao folguedo:

Mas antes provou ter tacto
Pois só o queria nu no acto
Um corpo bom como um figo
Não se vai foder vestido.

Para ela em tempos de ais
Nunca o gozo era demais.
Lavava-se bem depois:
Nunca o carro antes dos bois.

Poema de Bertolt Brecht, gravura de Pablo Picasso

Tuppersexo continua em Portugal

"Procuramos mulheres dinâmicas, capazes de falarem abertamente sobre sexualidade e sensualidade… procuramos donas de casa, administrativas, psicólogas ou mães…" é o convite da Maleta vermelha








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27 novembro 2007

– Comprei o creme – sussurrou ela com um risinho, enquanto se sentava numa cadeira ao sol.
A amiga ajeitou as pontas da toalha, limpando um pouco de areia que um dos filhos pequenos levantara em corrida desenfreada à procura da sombra do toldo e deitou-se de barriga para baixo para se secar do banho de mar.
– Foi? – perguntou a mulher deitada, enquanto baixava as alças do fato de banho dos ombros para os braços.
– Foi – confirmou ela sem levantar a voz, enterrando os dedos dos pés na areia escaldante.
– Aquele que eu te disse?
– Sim – respondeu baixinho, sem conseguir descolar o sorriso meio idiota que ostentava desde a primeira frase.
– É muito bom, não é?
Ela olhou em volta e falou ainda mais baixo. A outra não a conseguiu perceber e reclamou sem levantar a cabeça da toalha:
– Não percebi nada, Maria. É bom?
– É – disse ela, levantando a voz, contrariada. – Muito bom.
– Espalhaste bem? – quis saber a outra.
Ela arqueou as sobrancelhas à pergunta, mas a mulher deitada não viu. Estranhou e não respondeu logo. Colocou as palmas das mãos nos braços da cadeira plástica e corrigiu ligeiramente a posição em que estava sentada, assentando mais peso sobre a nádega esquerda. Suavemente, ergueu e desenterrou as pontas dos dedos dos pés, inspeccionando à distância de uma perna esticada a perfeição do verniz vermelho que emergia da areia fina. Sorriu, gostava, sempre gostara, e desde que se lembrava tinha orgulho no perfeito alinhamento em escada dos seus dedos dos pés.
– Se espalhei bem? – inquiriu, retomando a conversa.
– Sim – respondeu o perfil esquerdo da mulher deitada. – Espalhaste bem?
– Acho que sim – informou, olhando para a amiga deitada, esperando um sorriso, que não apareceu.
– É importante – comentou a outra, desinteressadamente. – Por vezes pensamos que as partes mais expostas à agressão…
– Agressão?! – interrompeu estupefacta a mulher sentada, que já se esquecera da simetria que antes apreciava no conjunto dos seus dedos dos pés. – Agressão? – balbuciou, repetindo-se.
– Pois. – A mulher deitada juntou as mãos, sobrepôs uma sobre a outra e apoiou o queixo nas costas da mão direita. Pela primeira vez, olhou para a amiga sentada, que esperava a explicação que ela se preparava para dar e continuou: – Não penses que a coisa se dá só no sítio exposto à…
– Agressão? – sugeriu a mulher sentada, que ainda não digerira a palavra.
– Sim, pode chamar-se assim – disse a outra. – É uma agressão, no sentido em que é uma coisa fora do normal…
A outra concordou com um aceno ligeiro.
– Sim, visto assim – murmurou.
– E nós não passamos a vida nisso, não é? – perguntou a mulher deitada.
A mulher sentada, sem baixar as sobrancelhas arqueadas, limitou-se a concordar:
– Não, não passamos.
A outra ergueu a cabeça e piscou-lhe o olho:
– Não era mau, quero dizer, mas era capaz de cansar. Eu, pelo menos, fico extenuada.
– Ficas?
– Tu não?
– Eu gosto e o creme ajuda…
– É bom – concluiu a deitada – mas o creme não resolve tudo.
– Resolve a parte principal…
– Hum… mas ao fim de um tempo já nem é preciso.
– Não?
– Claro que não. – A mulher deitada fincou os cotovelos na areia, enfiou os dedos no cabelo e baixou a cabeça ao mesmo tempo que deslocava as mãos do centro para os lados penteando-se, ajeitou as alças do bikini, que já haviam subido para os ombros, e sentou-se na toalha olhando em volta. – Estás a vê-los?
– Os miúdos?
– Sim.
– Estão ali – apontou a mulher sentada, desviando o olhar para os respectivos maridos que, do outro lado do toldo, riam à gargalhada.
Rita, a mulher na toalha, acompanhou o olhar de Maria e comentou:
– Ah… mas se fosse pelo Tó… Ele não quer outra coisa…
– Não?! – pasmou Maria.
– O Quim não? – Rita sorria, sem perceber o espanto da amiga.
Maria fixou-se no marido, que lhe sorriu e, depois de devolver o sorriso, voltou-se para Rita, falando em tom meramente informativo:
– Ele gosta mas acho que não é tarado por isso…
– Tarado?! – interrompeu Rita. – O Tó não é tarado!
– Se não quer outra coisa… – depreciou a amiga. – O Quim gosta mas não quer sempre isso…
– Isso o quê?
– Isso… – Maria continuava espantada com a altura a que a amiga falava e agora mais surpreendida ainda com a expressão irada e o tom brusco. – Isso… O creme! – acabou por exclamar o mais baixo que conseguiu.
Rita ouviu e baixou a cabeça. Esticou as pernas, endireitou a toalha e, levantando a cabeça, perguntou mordendo os lábios para não rir:
– Estás a falar de que creme?
A amiga tornou a mudar de posição na cadeira, passando o peso do corpo para a nádega direita.
– E tu?
A amiga não se conteve e deixou escapar uma forte gargalhada.
– Eu… – respirou fundo para se controlar mas percebendo a posição torcida em que a outra se sentava, não aguentou e continuou a rir. – Tu estavas a dizer que compraste… que compraste…
Maria corou. Rita continuava a rir.
– E eu…
– Tu estavas a falar do creme para o sol – ajudou Maria, acompanhando-a nas gargalhadas. – Do protector… Do protector solar…

Leite de Burra



e) Para amaciar a pele e manter-lhe a elasticidade:
(…)
Leite de burra. POPPEA, mulher de NERO, levava consigo sempre em todas as viagens quinhentas burras com leite, tomando todos os dias banhos dele. (pág. 33)

Leite de burra. Conta-se que certas mulheres se locionavam* setecentas vezes com ele por dia, observando escrupulosamente este número. POPPEA, mulher de NERO, pôs o leite de burra em moda. Tomava banhos inteiros neste leite, para o que possuía quinhentas burras, como já acima apontámos. O leite de burra destruía as rugas por completo, conforme se dizia, etc. (pág. 35)

in AGUIAR, Asdrúbal de (1935) Estudos sobre Roma nos tempos antigos
Lisboa: Imprensa Nacional.

* Locionar - Aplicar loção.

Colete Salva-vidas Bay Watch

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Outras Coisas

Fodinhas Quentes...


... aguçam o apetite!

26 novembro 2007

Ai, que cócegas na passarinha...

Conheces a Saatchi Gallery? Aqui explicam.
Este forum de arte contemporânea tem on-line uma página com uma galeria de artistas de todo o mundo.
Pois experimentem fazer uma pesquisa por "Sao" ou por "Rosas" e


vejam o que encontram

Bom início de semana


Foto: Slastyonoff

CISTERNA da Gotinha

Top 10 -Fetiches mesmo muito estranhos.

Banda Desenhada
imprópria para menores.

Na Rússia, existe uma
estátua de bronze bem apetrechada.

Mon Blog Sexy: um blog interessante.

São 46 fotografias de
rabiosques a piscar o olho ao Cu-Cu.

Babes n Horny

Mais informações [via]




















Outras Coisas

Bom Início de Semana...


25 novembro 2007

O poder da boca


Tivesse eu tantas jóias quantos os broches que já delineei na vida e até ficaria tentada a abrir uma joalharia de design exclusivo. Não por um apego ao investimento nem ao aforro mas por uma sólida questão de amor a esta arte influente.

Quando um gajo se dispõe a colocar o que considera a sua maior riqueza, que em tempos designei como a jóia da coroa, à mercê de incisivos e caninos que o podem ferir, golpear e em última análise, trinchar em pedacinhos tenros, tenho na boca o poder de decisão sobre dar o prazer ou a dor. E à mão de semear todas as áreas sensíveis como a linha intermédia que divide os testículos até ao rabo e arrepia, os próprios frutos polposos para lhes apreciar a textura de pêssego ou de figo seco e o par de melões traseiros para manobrar como se fora um leme.

É uma conquista empenhada em cada centímetro ganho e gajo que é gajo agradece esse direito à preguiça, como o embalo de um bebé nos braços de sua mãe.

Haja Alegria


Encontrei aqui
Outras Coisas

São Rosas...



Sem Porquê

Não há porquê da Rosa, é rosa porque é rosa;
Não cuida de ser vista, ou ser de si curiosa.

Angelus Silesius
(in «Poesia de 26 de Séculos», tradução de Jorge de Sena, ed. Asa, 2001).

Fora eu Dom Dinis e teria feito uma 'Cantiga de Amor'.
Fora eu poeta e teria feito um 'verso' que rezaria assim:
'Nas Galerias da memória,
A Cultura de viver
é uma Arte em ruínas.
Mas....
Mora ainda nossa história,
Na grandeza da Partilha
destas coisas pequeninas'.

(futurologia... espero...!)

(Carlos Lopes Bastos - Caló)

'São Rosas, senhor...
Mas Rosas em Novembro?!
Rosas para o ano inteiro'.

És canja de galinha para as nossas Almas!

Obrigada por existires.
Obrigada por teres este Blog.
Obrigada por nos honrares com o teu Brilhantismo... sempre!
Feliz final de ano!

Que contemos muitos, com muita saúde e, claro, com alguma queca pelo meio. (estraguei o momento poético, c'um milhão de conas e respectivos caralhos! But... who cares anyway?)

________________________
Nota da rede à São - ensopei um camião de toalhas antes de ter coragem de publicar isto. É que eu sou muito envergonhadita...

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24 novembro 2007

SÃO APENAS SEIOS...


Nos países mais civilizados do mundo também acontecem broncas, mesmo daquelas que não há em Portugal.

Vem isto a propósito de uma cena triste em Uppsala, na Suécia.

Passou-se numa piscina, onde a nadadora-salvadora chamou duas banhistas em “topless” e, perante a sua recusa em cobrir os seios, as intimou a sair.

Isto deu origem à formação de um movimento intitulado “Bara Bröst Network”. A expressão sueca “Bara Bröst” tanto significa “Seios Nus” como “São Apenas Seios”.

O movimento reivindica que é ilegal descriminar entre homens e mulheres. ou seja, com base no género, portanto: “se as mulheres forem obrigadas a cobrir o peito, não deverão os homens sê-lo também?”.

Ragnhild Karlsson, 22, e Kristin Karlsson, 21, estudantes na Universidade de Uppsala, as duas banhistas envolvidas no acidente, alegam que esta é uma forma de sexualização e descriminação da mulher. A administração da piscina apontou a existência de estudos indicadores de delitos de natureza sexual cometidos em piscinas, o que mereceu o reparo de que “as mulheres não podem ser penalizadas por crimes cometidos por homens”.

O Bara Bröst declara: “queremos que os nossos seios sejam considerados tão normais e desexualizados como os dos homens!”

Tal como na Suécia, em Portugal este tipo de atitude violaria o Artigo 13º da Constituição… mas por cá a coisa parece que vai bem, ou não fôssemos um povo de cultura e tradição de grande tolerância.

Para o comprovar, deixo aqui uma pequena história que presenciei há alguns anos e de que foi protagonista a jovem que fez a capa da revista “Perspectiva” dedicada ao Naturismo.

Chegamos à piscina, num empreendimento turístico do Algarve, sob um sol agradável e muita gente na água, na relva e espreguiçadamente estendida em cadeiras de descanso. Numa primeira atitude instantânea de receio, disse-me: “Ninguém está em topless, é melhor eu ficar vestida…” – respondi-lhe: “Deixa-te disso, sê natural!”

Assim fez.

Poucos minutos depois, um espanhol chamou o gerente do estabelecimento e queixou-se que havia uma senhora que não tinha o peito coberto. Apesar de português, o gerente respondeu na língua do seu cliente, de imediato e com um sorriso: “usted tanpoco!...

Ora bem!

Mas não ficou tudo na mesma, nada disso: vinte minutos depois não havia uma única senhora na piscina com a parte de cima do bikini…


…como se viu, só estavam mesmo a precisar que alguém desse o exemplo!
...

As aulas dela até podem ser uma seca...


Anna Ciriani aka MadameWeb - a «pornoprof»

Lemos na Globo.com que uma professora italiana de literatura foi suspensa depois de vários vídeos eróticos seus terem sido divulgados na internet e acabarem projectados na Venus - Feira Erótica de Berlim.
Anna Ciriani, professora de um colégio de Pordenone, no Nordeste da Itália, sustenta que foi sempre "íntegra" na sala de aula e que a hipótese de alguém gravar esses vídeos fora do contexto educacional corresponde a uma liberdade de escolha.
No entanto, a descoberta dos seus vídeos causou à "pornoprof" uma suspensão no colégio em que trabalha, e a condenação do secretário da Educação da região de Friuli Veneza Giulia, Ugo Panetta. O responsável entende que o comportamento de Anna fora da escola "é grave, se comparado com a acção educativa" que desempenha.

O Bruno, sempre atento a estas... coisas, descobriu o

video da visita pedagógica da
professora Anna Ciriani à
Feira Erótica Venus de Berlim

E pergunta o Bruno, depois de se recompor (e de se limpar aos cortinados do blog): "Este caso da Professora italiana, é um bom tema de debate. Até que ponto os nossos comportamentos extra-laborais devem ou não ter implicações no trabalho?"

Já ouviste falar do coco-do-mar?


Coco-do-mar - Museu Botânico da Escola Superior Agrária de Beja

O coco-do-mar é a maior semente do reino vegetal, podendo alcançar quase meio metro de comprimento e cerca de 20 quilogramas. Tem a forma de coxas femininas, com o respectivo púbis numa das faces.

O coco-do-mar foi um dos tópicos estudados na oficina "Erótica Naturalia", uma das acções de formação promovidas pelo Museu Botânico da Escola Superior Agrária de Beja (ESAB) no âmbito da Semana da Ciência Viva. Notícia aqui.
O coco-de-mar na Wikipedia.
Notícia no blog Praça da República.

Talentos













Outras Coisas

Conversas que devem ser evitadas


Alexandre Affonso - nadaver.com

23 novembro 2007


Bom fim de semana


Foto: Massimiliano Uccelletti

7 em 1

Era uma Branca de Neve tão avantajada, tão avantajada, que uma das suas mamas servia de travesseira aos 7 anões...

Twisted Bitch: "Então já posso imaginar o tamanho da mina em que os anões trabalhavam..."

guida -
"A Maria Mamalhuda
mandou fazer duas camas.
Numa, deitava-se ela,
noutra, deitava as Mamas!
Há anos que andava para perceber quem era a Maria Mamalhuda. Sei agora que sempre foi a Branca de Neve. O meu mundo acaba de ruir."

Bom Fim de Semana...

O marido desafia a mulher:
- Aposto em como não és capaz de dizer algo que me deixe alegre e triste ao mesmo tempo.
A mulher pensou dois segundos e disse-lhe:
- A tua pila é maior que a do António!




(enviado por Agostinho para o grupo de mensagens da funda São - já te inscreveste?)

22 novembro 2007

Menstruação


A menstruação da mulher é um estado fisiológico que os romanos concomitantemente apreciavam pelos benefícios que dela provinham e aborreciam pelos prejuízos que igualmente dela advinham. (…)
Acreditava-se que a mulher menstruada e por efeito exclusivo do seu fluxo afastava dos campos a saraiva, os furacões, o raio, as trovoadas, enfim todos os cataclismos celestes. (…) A simples exibição das partes sexuais banhadas no rubro corrimento catamenial nas praias sossegava o mar revolto, abrandava as ondas alterosas, afugentava os tufões e as trombas de água, em resumo acalmava todas as tempestades marítimas, sendo assim de considerar a sua acção benéfica em prol dos que, andando no alto-mar, ao aproximarem-se das costas corriam perigo de a elas darem.
(…) tinha-se por certo que, as regras coincidissem com um eclipse lunar ou solar ou com a ausência da lua (lua nova), a cópula que se executasse seria funesta e mortal para os machos. (…)
Bastaria que a mulher menstruada tocasse com um dedo em certos objectos para os prejudicar; assim, tratando-se de cortiços, as abelhas abandoná-los-iam para sempre; (…) tratando-se de navalhas da barba, o fio embotar-se-ia de súbito; (…) Todos estes maléficos poderes se mostravam exaltados e se manifestavam por um simples olhar da mulher, se a menstruação era a primeira após a perda da virgindade ou se, sendo ela virgem, a menstruação era a inicial.

in
AGUIAR, Asdrúbal de (1935) Estudos sobre Roma nos tempos antigos
Lisboa: Imprensa Nacional, pág. 1-3.


N.B.: Asdrúbal António de Aguiar (1883-1961) era chefe de serviço do Instituto de Medicina Legal de Lisboa e professor do curso superior de Medicina Legal.

Achegas da malta para o Asdrúbal:
osbandalhos: "Afugentava as trombas de água e continua a afungentar. Não só as de água, mas outras trombas e trombadas de que a previsão do instituto de meteorologia não fala. Mesmo sem corrimento catamenial, afugenta qualquer pessoa decente, dirá alguém :)"
matahary: "Nem sei o que diga... Se ria, se chore. Mas uma coisa sei: ainda me lembro que para alguém esta «altura», sendo ele um homem fiel, era altura para não ser fiel. Ai c'um caraças! O Asdrúbal esqueceu-se de mencionar que quando as claras São batidas por uma mulher menstruada, por mais que «bata» nunca ficarão em «castelo»; vai daí que, concluo eu, ando sempre mestruada."
guida: "Aqui onde Judas perdeu as botas, também se tem como 'na vá o diabo tecê-las' o seguinte: a mulher menstruada não pode nunca participar ou sequer assistir à 'matança do porco' porque a carne fica estragada... nem fazer bolos porque não 'medram' e muito menos foder, porque além de ser incómodo, é chato porque não há homem que de bom 'grado' lamba uma crica menstuada. Isto de lamber uma crica é apenas para a mulher alentejana moderna... porque as anciãs não sabem o que é uma crica. Admira-me que o Alentejo ainda conste do mapa, embora seja mais de 1/3 do nosso território nacional. Ainda em tempo e opinando sobre o post: histórico de facto. Também 'antigamente' se usavam fezes de crocodilo na vagina como método anticoncepcional. Mas isso era 'antes'. Entretanto, os crocodilos esborracharam-se porque decidiram passear na selva a uma quinta-feira, que é exactamente quando os elefantes fazem paraquedismo e por isso foderam-se. Desde então tem sido uma foda generalizada."
RicaPrima da São: "Cá em casa, só a minha presença, menstruada ou não, faz talhar a maionese! Durante décadas, se o meu Amor queria fazer uma maionese perfeita (ele faz a melhor do mundo!), eu tinha que ir para o café! Há coisas deliciosas, não há?! Eu adooooro isto! Ah! Se ouço a antena1, e não entro na sala para ver o jogo, a selecção ganha sempre! - diz o meu Amor. Ontem, sozinha, cá no quarto, deu-me para ligar a tv!"
Há coisas fantásticas, não há?

China "recicla" preservativos

... para utilizar como elásticos para o cabelo

As autoridades já decretaram a prática ilegal por questões óbvias de saúde pública





Outras Coisas

Alexandre Affonso - Beijo de homem


nadaver.com

21 novembro 2007

Não me digas com flores


Bem hajam os meus paizinhos que não me nomearam Rosa, Margarida ou Dália para me fadarem com uma condição frágil.

E agora, ali estava ele com a puta da flor estendida para mim, toda enlaçarotada naquela mania globalizante que irmanou as floristas e o pronto-a-vestir em fitas e papel de embrulho. Tal e qual como se faz às esposas que se arrecadam em casa para compensar a traição com a amante. Tal e qual como se faz às amantes para compensar o tempo gasto com a família da esposa.

Podia apenas lhe ter dito que bastava ter introduzido o caule pela uretra adentro para me oferecer a flor numa jarra original mas a alergia a flores deu-me uma comichão danada na língua e num jorro enunciei que se não pudera escolher o meu nascimento desde essa data que podia eleger com quem gastava os meus neurónios, os meus fluidos e a epiderme do meu corpinho e quase tão certo como numa conta de somar eram as dádivas pessoais e intransmissíveis que me provocavam adição.

CISTERNA da Gotinha



The Ball Lifter - qual dos meninos precisa??!

Sexo com uma Bicicleta pode ser difícil mas há quem tente!

Victorias Secret Fashion Show 2007 - 80 fotografias de lingerie.

Judy Fox: a galeria é um repasto de iguarias.

Iguarias















Outras Coisas

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20 novembro 2007

Just do Me!



Se chegares muito tarde a casa e eu já tiver adormecido, toca-me....

Se me encontrares molhada, suga-me com a língua.

A seguir Fode-me!

Bela Borsodi - Foot Fetish

O fotógrafo austríaco Bela Borsodi trabalha para revistas de moda e tem uma forma muito peculiar de mostrar os produtos. O seu último trabalho - Foot Fetish - está a provocar sensação

Aqui podem aceder a a vários links sobre o assunto e ler uma entrevista com o próprio.


Outras Coisas

A publicidade é isto: estar atento e ser oportuno!

Cartaz na porta da Igreja Universal:
"Se você está cansado de pecar, entre!"
E alguém escreveu por baixo:
"Se não estiver... ligue-me!
Rosita - 921568574 - Serviço Completo."

19 novembro 2007

Vibradores

De certeza que todos conhecem aquele vídeo em que uma rapariga descobre a avó a usar o vibrador para bater o bolo.
Um dia destes estava a mostrá-lo a uma colega que comentou: "Ela é tão bonita, porque é que precisa de um vibrador?"
Comentei apenas que isso nada tinha a ver, mas o local e a ocasião não eram os indicados para aprofundar o assunto.
O que eu queria mesmo era explicar que usar um vibrador quando se está acompanhada pode ser muito mais divertido do que usá-lo sozinha...

Bom início de semana


foto: intimisme.free.fr























Outras Coisas

Alexandre Affonso - Mundo moderno


Alexandre Affonso - nadaver.com