26 novembro 2012

Uma pegadinha elaborada

Precisa ter um nível de maturidade para fazer isso.



As pessoas na rua não verão, apenas dessa janela específica.

Capinaremos.com

25 novembro 2012

Bümdoser - «Lovesick»

Bar põe 'Jesus e Maria' na cama em propaganda


Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/

O bar Chapel, em Auckland (Nova Zelândia), resolveu provocar na comemoração dos seus sete anos de vida noturna. A propaganda, assinada pela agência Ogilvy New Zealand, mostra o que seriam "Jesus" e "Maria" na cama, depois de uma suposta noite de prazer.
Esta não é a primeira vez que o Chapel usa imagens sagradas. Em outras campanhas polêmica, o restaurante pintou em copos as imagens de Jesus e Maria com pizzas como se fossem halos sobre a cabeça e já imprimiu o cardápio como se fosse uma escritura sagrada.
E tem dado certo. O Chapel vem arregimentando muitos clientes e gozando de fama em Auckland.

Obscenatório
http://obscenatorio.wordpress.com/

Vinte palavras apenas



Uma mulher tão desempoeirada em casa, na fábrica e por todo o lado e esquecera-se de um gesto. Da prosa escrita em papel a comunicar a situação mal tivera a confirmação.

Em fragmentos revia a torrente de murmúrios entre as coxas, naquela luta  dócil de risos na boca e paixão a alagar o chão que a deve ter gerado. Os traços dessas tentativas  sucediam-se alegremente por todo o canto da casa desde a mesa da cozinha ao lavatório da casa de banho, sem esquecer o escurinho da dispensa porque era suposto engravidar e alardear o primeiro neto de ambas as famílias.

E agora frente   à frieza daquele homem, com a preeminência   que lhe assiste de maximizar os seus proveitos económicos e lhe estende aquele íman de olhos com umas vinte palavras a que chamam carta de despedimento, sente o inverno a penetrar-lhe os ossos e as veias tornando-a impotente para qualquer movimento.

Não pensara que o sangue que alimenta a matéria dentro de si era passível de castigos e punições, apenas por o fazer mas agora sabe que as injustiças esmagam a esperança de vida.


Se é proibido, pode-se fazer!



Via Special Nudes

24 novembro 2012

Homens, aprendam a fazer uma gravata!

«conversa 1928» - bagaço amarelo

(no café)

Eu - Está tudo bem?
Ela - Está. Porque é que perguntas?
Eu - Estás com um ar tão pensativo...
Ela - Sim, porque estou mesmo pensativa.
Eu - Alguma coisa que te preocupe?
Ela - Mais ou menos.
Eu - Posso ajudar?
Ela - Não. Estava a pensar como é que é possível que algumas mulheres usem roupa interior preta ou vermelha por baixo de vestidos quase transparentes. Fica tão mal...


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Cinzeiro-mamocas com reservatório

Cinzeiro em cerâmica pintada e vidrada, com parte superior metálica, com mola rotativa para depósito das cinzas no interior.
Na minha colecção não se fuma... mas há um pouco de tudo.


Um sábado qualquer... - «Gosto não se discute»



Um sábado qualquer...

23 novembro 2012

Postalinho do Museu do Caramulo

O Museu do Caramulo incorpora...

1) um Museu do Automóvel


2) um Museu do Brinquedo


3) um Museu de Arte


Concha prateada



Quando a lua se despe sobre o mar,
as estrelas protegem essa pele nua e cristalina
diminuindo a intensidade com que iluminam a vigília noturna.
Apenas um feixe mínimo te acaricia a tez prateada
e esse longo cabelo negro que esvoaça sobre os seios claros...
O vento beija-te o ventre húmido, abraçando-te o corpo firme...
Danças, subindo e descendo num voo rasante sobre a água,
enquanto as gaivotas espreitam curiosas esse amor cósmico
que se desenha em constelações de rosas e tulipas...
E assim que te entregas à noite,
uma fina névoa desliza sobre o leito denso,
que ondula em espuma e sal sobre os rochedos
que se erguem do imenso areal agora em silêncio...
Não há vozes, nem pegadas inscritas à beira-mar,
mas escuto-te no interior desta concha prateada!


Lua Cósmica


necrofilia...

mulher condenada por necrofilia... sente-se injustiçada
Raim on Facebook

22 novembro 2012

A Pérola



The Pearl, A Magazine of Facetiae and Voluptuous Reading foi um periódico pornográfico mensal, publicado em Londres, por William Lazenby,  desde Julho de 1879 a Dezembro de 1880. Foram também publicados dois suplementos extra: Swivia: or the Briefless Barrister (1879) e Christmas Annual (1881).

Durante a sua existência, o periódico incluiu seis novelas serializadas: Sub-Umbra, Miss Coote's Confession, Lady Pokingham, La Rose D'Amour, My Grandmother's Tale e Flunkeyania, além de inúmeras paródias, anedotas e poesias obscenas.

Por detrás da fachada de respeitabilidade e repressão sexual,  a sociedade vitoriana revelava-se na sua busca desenfreada do prazer e da experimentação sexual. The Pearl  fornecia erotismo para todos os gostos.

Em nome da decência e da moral, as autoridades impuseram o fim da sua publicação. 

O poema seguinte foi retirado do 1º número, Julho de 1879.

A PROLOGUE
Spoke by Miss Bella de Lancy, on her retiring from the stage to open
a Fashionable Bawdy House
(Written by S. Johnson, LL.D.)

When cunt first triumphed (as the learned suppose)
O'er failing pricks, Immortal Dildo rose,
From fucks unnumbered, still erect he drew,
Exhausted cunts, and then demanded new;

Dame Nature saw him spurn her bounded reign,
And panting pricks toiled after him in vain;
The laxest folds, the deepest depths he filled;
The juicest drained; the thoughest hymens drilled.

The fair lay gasping with distended limbs,
And unremitting cockstands stormed their quims.
Then Frigging came, instructed from the school,
And scornde the aid of India-rubber tool.

With restless finger, fired the dormant blood,
Till Clitoris rose, sly, peeping thro' her hood.
Gently was worked this titillating art,
It broke no hymen, and scarce stretched the part;

Yet lured its votaries to a sudden doom,
And stamped Consumption's flush on Beauty's bloom..
Sweet Gamahuche found softer ways to fame,
It asked not Dildo's art, nor Frigging's flame.

Tongue, not prick, now probes the central hole,
And mouth, not cunt, becomes prick's destined goal.
It always found a sympathetic friend;
And pleased limp pricks, and those who could not spend,

No tedious wait, for laboured stand, delays
The hot and pouting cunt, which tongue allays.
The taste was luscious, tho' the smell was strong;
The fuck was easy, and would last so long;

Til wearied tongues found gamahuching cloy,
And pricks, and cunts, grew callous to the joy.
Then dulled by frigging, by mock pricks enlarged,
Her noble duties Cunt but ill discharged.

Her nymphae drooped, her devil's bite grew weak,
And twice two pricks might flounder in her creek;
Till all the edge was taken off the bliss,
And Cunt's sole occupation was to piss.

Forced from her former joys, with scoft and brunt,
She saw great Arsehole lay the ghost Cunt
Exulting buggers hailed the joyful day,
And piles and homerrids confirmed his sway.

But who lust's future fancies can explore,
And mark the whimsies that remain in store?
Perhaps it shall be deemed a lover's treat,
To suck the flowering quims of mares in heat;

Perhaps, where beauty held unequalled sway,
A Cochin fowl shall rival Mabel Grey;
Nobles be rained by the Hyaena's smile,
And Seals get short engagements from th'Argyle.

Hard is her lot, that here by Fortune placed,
Must watch the wild vicissitudes of taste;
Catch every whim, learn every bawdy trick,
And chase the new born bubbles of the prick;

Ah, let not Censure term our fate, our choice,
The Bawd but echoes back the public voice;
The Brothers laws, the Brothel's patrons give,
And those that live to please, must please to live;

Then purge these growing follies from your hearts,
And turn to female arms, and female arts;
'Tis yours ths night, to bid the reign begin,
Of all the good old-fashioned ways to sin;

Clean, wholesome girls, with lip, tongue, cunt, and hand,
Shall raise, keep up, put in, take down a stand;
Your bottoms shall by lily hands be bled,
And birches blossom under every bed.
























blog A Pérola

«O salvador da pátria vaginal» - Patife

Ouvi-a queixar-se às amigas que andava com dificuldade em ter orgasmos e que os últimos homens com quem tinha estado nem perto estiveram de lhe proporcionar essa bênção da natureza. Não é preciso muito mais para activar a minha atenção, conquistar a minha simpatia e apelar à minha compreensão. Sei que tenho um dom. É o Dom Pacheco. E tento tocar com o meu dom no maior número de pachachas que conseguir. Sou uma espécie de super-herói do grelo. Sempre que uma pachachinha está em apuros orgásticos, ou em perigo de ganhar teias de aranha, lá apareço eu em seu auxílio para pôr cobro à situação. É uma tarefa exaustiva, mas igualmente nobre, que contribui amplamente para o bem-estar da sociedade. Continuando, ela lá continuava a lamentar-se, confessando o seu desejo em voltar a ter um orgasmo, e aqui passo a citar, daqueles capazes de me meter a cabeça a andar à roda. Ora como a minha cabeça anda sempre à foda, achei que tínhamos ali qualquer coisa com pernas para andar. A pinar. Como ela estava com as amigas, quando saí deixei-lhe um bilhete, à moda antiga, com o meu número de telefone. Nem meia hora depois já me estava a ligar. Contei-lhe que, inadvertidamente, tinha ouvido a conversa dela com as amigas e apresentei-me como o salvador da pátria vaginal. Às suas dúvidas iniciais respondi que tenho à minha disposição um leque alargado de truques sexuais capazes de proporcionar um autêntico buffet de orgasmos. E enquanto gerente responsável desse buffet, tratei logo de fazer a advertência: Cuidado para não se queimar. Que eu estou com a picha em brasa.

Patife
Blog «fode, fode, patife»

Consultório da São Rosas de Design Tarado

"São Rosas
É impressão minha, ou vejo algo erótico aqui? Sou só eu?
Joana M."


Não, Joaninha, não estás só!

«Moloko t-shirts» - por Luis Quiles


"Ya hemos abierto la tienda online de camisetas!
Se lama Moloko y aquí os paso el link: http://moloko.spreadshirt.es/ 

Pasaos por allí y espero que encontreis algun diseño que sea de vuestro gusto."

Luis Quiles

21 novembro 2012

Já se chamou "Quatro e um Quarto" mas depois de algumas ponderações com alguns admiradores passou a intitular-se "Quatro mãos e um Quarto".

Acrilico sobre tela, 40x60, 150 €



«respostas a perguntas inexistentes (215)» - bagaço amarelo

pickles

O Amor não chega, disse ela. E eu, que tinha acabado de sair do banho para lhe abrir a porta, pedi-lhe que entrasse, fosse ao frigorífico buscar duas cervejas e um frasco de pickles, e esperasse um pouco por mim enquanto eu me vestia. Algumas gotas de água escorriam-me pelas pernas formando pequenas poças no chão da entrada. A minha mão esquerda segurava a toalha de banho à cintura, a direita encaminhava-a para a sala de estar.
Vesti as calças do dia anterior e uma das t-shirts que estavam por cima na gaveta da roupa, atrapalhado e confuso por aquela frase que mais parecia uma pedrada: o Amor não chega. Quando entrei na sala, ela estava silenciosamente sentada numa cadeira, mesmo ao lado da mesa onde tinha posto duas cervejas, já abertas, e dois pequenos garfos apoiados num prato cheio de pickles.

- O Amor não chega para quê?
- Não chega, é só isso! - disse ela pegando numa das cervejas.

Conheço a Joana e o Carlos há mais de vinte anos. Acompanharam, como um casal amigo, todo o meu primeiro casamento. Depois do meu divórcio continuámos próximos e a ter encontros mais ou menos regulares. Sempre achei que tinham uma relação perfeita, forte. Nunca discutiam, nunca davam sinais de fragilidade. Agora estão a separar-se porque, segundo a Joana, o Amor não chega.
Durante as férias recentes que realizaram, disse-me ela, foi ele a escolher todos os restaurantes onde comeram, as praias onde foram, os museus que visitaram e até os filmes que viram. Durante esses anos todos que passaram, ela deixou-se anular lentamente por ele, e agora já não existia a não ser para o seguir para todo o lado e contemplar as suas opções do dia-a-dia.
Nem ele nem ela fizeram de propósito. Talvez tenha sido um processo natural em que nenhum dos dois se apercebeu de quão incompatíveis podiam ser com o seu próprio Amor. O que ela sabe é que percebeu durante as férias que não é feliz com ele. Ponto.

As férias são isso mesmo, uma espécie de saída precária da prisão. Saímos de trás das grades que encerram a nossa normalidade de horários impostos por quem nos paga um salário de sobrevivência, de quatro paredes brancas e inócuas dum escritório sem sentido. Experimentamos, por alguns dias, uma nova relação com o mundo e ficamos surpreendidos por percebermos que não somos apenas máquinas de transformar oxigénio em dióxido de carbono. Afinal, estamos vivos e devemos tentar ser felizes.
Foi mais ou menos isto que eu lhe disse. Depois bebi a minha cerveja, tentando aproveitar ao máximo esse prazer corpóreo que é comer pickles ao mesmo tempo. Ela riu-se. Já não é mau, ou melhor, é óptimo.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Campeonato de Air Sex

Você já viu um campeonato de Air Sex?
Em Austin, Texas (EUA), há um campeonato de Air Sex, modalidade inventada no Japão.







Gostou?
Você pode tentar participar do campeonato mundial: Air Sex World Championship

Obscenatório http://obscenatorio.wordpress.com/

"És mesmo mau na cama!"

Crica para veres toda a história
Ar zangado


1 página

oglaf.com

20 novembro 2012

«dispo-te e sigo-te os caminhos» - Susana Duarte

dispo-te e sigo-te os caminhos

através de corredores por onde,
nús, se passeiam espectros e onde,
silentes, voam palavras antigas

dispo-te e sigo-te os caminhos,

desnudo o ventre e as auroras e
toco as nuvens por um instante.

mas é na boca que me queres,

dispo-te e sigo-te os caminhos,

e é da boca que sai a súplica
para que te deite sobre mim

e me dispa de tudo o era dantes

dispo-te e dispo-me das memórias.
pode ser que esqueça as lágrimas
da noite, e o teu corpo seja a rua

e o meu corpo, a alma nua,

de onde te levantas a cada madrugada.

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto

Eva portuguesa - «Actualização de preços»

A crise está aí, não há como negar...
Tenho tentado manter-me positiva em relação a isso mas começa a ser quase impossível.
Esta está a ser a pior semana desde que comecei a trabalhar nisto, há dois anos atrás.
Entre o desespero e a necessidade de fazer algo para mudar esta tendência, resolvi reduzir os valores do meu atendimento. Mas não a qualidade.
A partir de agora 30 minutos são 50; e 1 hora é 80, sendo que 1 hora é completa.
Continuo a oferecer o café, a água, a cerveja e o whisky.
Continuo a ser doce, meiga, a tentar agradar e ser agradada.
Reduzo os valores mas não a qualidade do atendimento nem as minhas qualidades enquanto mulher, amante e Acompanhante com que sempre "presenteei" aqueles que generosamente me procuram.
Continuo a ter muito para dar...
Espero continuar a receber...
Preciso de dar a volta a esta situação e estou a tentar fazê-lo de uma forma em que nenhum dos "meus homens" saia prejudicado, bem pelo contrário...
O esforço é meu, esforço esse que espero ver compensado....
Conto convosco. Por favor contem também comigo....


Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado

Sexo no Feminino - Pelo empoderamento da Mulher


A Academia de Vénus

A Academia de Vénus é constituída por mulheres que promovem reuniões, onde se fala de sexo e sexualidade sem tabus e preconceitos, e se apresentam vários produtos relacionados com a sexualidade, fantasia e erotismo, que as convidadas podem comprar depois de devidamente esclarecidas sobre os seus benefícios na intimidade da mulher e do homem.

O nosso lema é “Pelo empoderamento da Mulher”



Academia de Vénus

Cartazes franceses de filmes eróticos

Estes cartazes de cinema são muito grandes e por isso não é fácil fotografá-los.
Mas ficam muito bem na minha colecção, junto de outros cartazes portugueses e espanhóis.



19 novembro 2012

Caralhinhos de São Gonçalo de Amarante

Desde 4 de Maio de 2011, tenho uma página minha no Facebook: São Rosas no Facebook.
(antes disso, tive uma página d'a funda São mas foi eliminada pelo Facebook, por "conteúdo obsceno").
Actualmente, a página tem mais de 450 gostos. Além de tudo o que é publicado no blog, eu e mais maltinha d'a fundiSão colocamos lá regularmente outros conteúdos.
A Maria Árvore colocou lá uma imagem dos "foguetes" de S. Gonçalo de Amarante. Achei tão interessante que pesquisei sobre o tema e encontrei esta explicação e as fotos n'o Belogue:
"Diz-se que São Gonçalo é o santo protector das velhas e que cura problemas de fertilidade masculina. Segundo a lenda o santo teria casado em segredo os habitantes de uma aldeia chamada Ovelha, habitantes esses que a Igreja não queria casar: os que viviam maritalmente. Entre estes encontravam-se novos e velhos, como é claro. Mas o povo passou a dizer que São Gonçalo era o "casamenteiro dos de Ovelha", que abreviado e com o tempo deu "casamenteiro das Velhas". Das questões sentimentais rapidamente o povo passou para as questões de ordem sexual. Não há provas neste caso (assim como não há no outro, mas sempre há uma história que o justifica) de que São Gonçalo tenha sido o taumaturgo dos impotentes sexuais, mas se virmos os ex-votos que são colocados na capela onde se encontra o seu sarcófago antropomórfico, notaremos que se são na sua maioria partes do corpo como seios, partes genitais masculinos e femininos e corpos de crianças. O que pode corroborar estas duas histórias e juntá-las é a venda, ainda hoje, nas barracas e nas pastelarias mais tradicionais de Amarante, de uns bolos em forma de pénis aos quais se dá o nome de (desculpem-me) caralhinhos de São Gonçalo."



Nesta publicação no Facebook, o Fernando Pereira comentou com uma quadra:

S. Gonçalo de Amarante
é um grande aldrabão.
Ele deu-me estas três pernas...
só duas chegam ao chão!

A Kikas comeu lá num restaurante que tinha uma quadra alusiva ao santo padroeiro:

São Gonçalo de Amarante
Que estás virado prá vila
Vira-te pró outro lado
Que te dá o sol na testa

«conversa 1927» - bagaço amarelo

Ela - Até nos tipos de pénis alguns homens são uma desilusão.
Eu - Nos tipos de pénis?!
Ela - Sim, não sabias que há dois tipos de pénis nos homens? Os shower e os grower...
Eu - Não, não sabia. Só tenho um.
Ela - Os grower são homens que têm o pénis relativamente pequeno mas que cresce bastante na altura da erecção, os shower são homens que têm o pénis aparentemente grande mas depois nunca cresce muito mais.
Eu - A sério?
Ela - A sério.
Eu - Não fazia ideia.
Ela - Pois... eu fui aprendendo com as desilusões da vida.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Lady Gaga a caminho do paraíso

Lady Gaga subiu o morro do Cantagalo de mototaxi e encontrou o paraíso:  Cocaína, Maconha, Skunk, Ecstasy...



Obscenatório
obscenatorio.wordpress.com

Reações ao fim

Temos que ser espertos.



Só porque o mundo vai acabar você não precisa ser enrabado, né?

Capinaremos.com

18 novembro 2012

Postalinho da Serra do Caramulo

"Pedra à coca de turistas na Rota dos Caleiros.
Paulo M."

Lady Gaga no Rio mostra que seu corpo está melhor que a cara


Com a cara de chapada de sempre, Lady Gaga aparece na varanda do hotel em que está hospedada, em Ipanema, e mostra seu corpo quase desnudo, que até dá pra dar um caldo.
Lady Gaga no Rio
Lady Gaga no Rio
Lady Gaga no Rio
Lady Gaga no Rio


Obscenatório

Clandestinos

Encontrei este delicioso naco de prosa e apeteceu-me partilhá-lo convosco:

«(...) Quando nos encontrávamos naquele quarto manhoso daquela pensão manhosa, foi a melhor época das nossas vidas.
Éramos admiravelmente mentirosos, encontrávamo-nos ali admiravelmente clandestinos, ninguém poderia imaginar que eu, Tita, e ele, Vítor, saboreávamos, todos nus em cima da cama, obscenos bombons de chocolate e ginjas, que nos apalpávamos espaçada e gulosamente, sem pressas, e ele, sem pressas, ia apresentando intimidades do seu corpo que eu desconhecia, novas borbulhas, novos pêlos, e tínhamos também as nossas doces fantasias. A que ele gostava mais era aquela com o meu vestido de comunhão que já não me servia, mas imaginávamos coisas com ele. E imaginávamos muito mais coisas e ele chamava-me «minha putinha doce», e eu pensava «ah, que bom!» e deixava cair um fio de baba pelo pescoço abaixo.
Também me chamava Madame e Mademoiselle enquanto entrelaçava os seus pés nos meus pés e as suas pernas quentes nas minhas pernas quentes e assim rolávamos, rolávamos até cair num abismo com milhares de cores à nossa volta, até cairmos num poço sem fundo, húmido, cheio de salamandras e bichos esquisitos que trepavam pelos nossos corpos colando-se e fixando-se sofisticadamente nas nossas intimidades (...)»
Cristina Carvalho
em "A CASA DAS AURORAS"
publicado em 2011 por Planeta Manuscrito

Conto de fodas



Via Testosterona

17 novembro 2012

"Socorro! Credo! O meu bebé mexe na pilinha e faz uma cara que até me faz corar!..."

Isto de ser-se pai ou mãe tem muito o que se lhe diga...


(revista Sábado de 31/10/2012)

«respostas a perguntas inexistentes (214)» - bagaço amarelo

Ontem a Patrícia veio ver-me. Digo assim, que a Patrícia veio ver-me, porque é mesmo esse o sentido da coisa. Eu estava sem vontade de sair e ela veio visitar-me como se eu estivesse internado na minha própria casa. Ela era a visitante, eu o doente. Ouvi-a a estacionar o carro lá fora (distingo o som do motor do carro dela muito facilmente), mas mesmo assim esperei que ela tocasse à campainha para me levantar e abrir a porta.
Tinha-lhe dito ao telefone que não me apetecia estar com ninguém, mas ela insistiu que queria vir. Argumentou que não demoraria muito. Esperei, entre esse telefonema e a chegada dela, talvez uns vinte minutos. Depois vi-a entrar, servir dois copos de vinho duma garrafa que ela própria trouxe, e sentar-se ao meu lado no sofá.
O cd áudio que estava a tocar acabou nesse preciso momento. Ela levantou-se de novo e escolheu uma colectânea de música popular brasileira para encher a casa com alguma alegria. Palavras dela, pelo menos. Perguntou-me várias coisas sobre mim: se eu ando bem, se está tudo bem entre mim e a Raquel, se está tudo bem com a minha filha e se ando a ler algum livro. Respondi que sim a tudo. Por fim saiu de novo, sem se servir de um segundo copo, e disse-me para lhe ligar se precisasse.
A Patrícia é uma amiga rara. É leve. Acho que me Ama sem nunca ter estado apaixonada por mim. Quer-me bem e não quer mais nada. Atura-me nas minhas infinitas mariquices de homem adulto, sempre sem demonstrar cansaço ou impaciência. Não me pede nada em troca da sua atenção. Nem sequer a minha própria atenção.
Ouvi o motor do carro dela arrancar lá em baixo e fui à cozinha molhar os copos de vinho para que os resíduos não secassem. Vi a garrafa dela a meio, pus-lhe uma rolha e guardei-a. E eu, que não queria ver ninguém, fiquei imediatamente com saudades dela.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Cockolada

Bisnaga com uma bebida qualquer (não sei qual pois nunca a abri) lá dentro.
Uma curiosidade da minha colecção, que também tem destas... modernices.


Um sábado qualquer... - «Madame Cazam»



Um sábado qualquer...