Mojo Master
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Tens aqui uma apresentação (em flash).
Agora é que se vai ver quem sabe seduzir... hmmm...

Antes de começar este post, uma ressalva: esqueçam tudo o que viram nos filmes DareDevil e Elektra, as mais execráveis adaptações de livros de Banda Desenhada, alguma vez feitas para cinema.
Vamos a isso, então. Elektra é uma das mais ambíguas personagens - se não a mais estranha - de toda a Marvel. Criada por Frank Miller em 1981 [sim, esse mesmo!], está envolta num passado obscuro de violação, pedofilia, adultério, incesto, assassinato e abandono que mais parece saída de um livro de BD francófona underground.
Personagem secundária, Elektra depressa ultrapassou o estatuto - primeiro como rival do Demolidor, depois como paixão proibida e aliada contra Kingpin e Bullseye - e acaba por preencher uma lacuna enorme das estórias aos quadradinhos: a falta de heroínas, mulheres que não fossem simples namoradas histéricas à procura de omoplatas espadaúdas [havia uma ou duas excepções, a que darei o destaque devido noutro post].
E que heroína [ou anti-heroína, para ser mais preciso]! Armada com dois sabres ninja, e vestida com um justíssimo uniforme de lona carmesim, Elektra daria tesão a um cego. E dava mesmo. O problema é que tinha um feitio terrível. Impossível resistir a tanto charme.
A estória que introduz os personagens referidos acima e mais alguns é editada no livro Dívida ao Diabo - de Greg Rucka e Salvador Larroca, disponível por 10 euros em mais uma iniciativa conjunta do jornal Blitz e da editora Devir.


Se houvesse dúvidas, o debate clarificou-se logo de início, na blogosfera - o tamanho importa. Os blogues de homens garantem tê-lo comprido, os blogues de mulheres avisam que há que ser comprido e grosso. Isso do tamanho não ser tudo, é um mito sem nexo. Grande e grosso. Pela minha parte, obrigado.
Mas outro dos debates que desde cedo se percebeu é que, para além de grande e grosso, convinha ser um Jude Law, para seduzir as autoras de blogues. Ele era o galã preferido dos mesmos blogues femininos que hastearam essa bandeira do tamanho e inundava postas e postas de fotografias em close-up e meros Ai, Ai!, ou até sem qualquer título e justificação. Afinal, os blogues de gajos fazem o mesmo com a Mónica 'faz-me um' Bellucci e a Angelina Jolie.
Ora, a questão que se coloca agora é a seguinte: como vão os blogues femininos contornar este... pequeno detalhe?!
Aconselho a debater, desde já, a importância das cócegas. As carícias, a contemplação [esta, da cintura para cima, porque aqueles boxers...]. Mas também a contenção do riso. Sim, a seriedade é muito importante numa relação. Por favor, não desatem às gargalhadas... ou a chorar de vergonha. Lembrem-se que na China por exemplo, Jude até seria considerado um rapaz dentro da média. Há que tecer elogios à chamada cópula assistida [para que haja, ao menos, uma qualquer espécie de penetração]. Mas volto a lembrar a importância do carinho.
Fica aqui lançado o debate sobre Jude Law - o eleito...zito.