12 julho 2019

Tempos difíceis de perceber - Ruim

Estava aqui a acabar de lavar a loiça porque sou o patrão da pia cá de casa e dei comigo a pensar no seguinte: se um homem mudou de sexo recentemente e hoje em dia fala pelos cotovelos, é legítimo que festeje este dia como as restantes mulheres ou isso seria como festejar um campeonato nacional sem nunca ter saído do banco? E se "ela" for casada com um gajo que lhe levanta a luva, é mais um caso de violência doméstica cuja vítima é uma mulher ou são dois manos a resolver um estrilho em que um deles está de saia? E se essa pessoa ainda não tiver feito a operação, mudado o nome e etc, mas identifica-se como mulher lésbica, está junto com outra lésbica, começa uma discussão sobre qual das oito camisas de flanela aos quadrados devem usar para ir amanhã à Max Mat comprar duas folhas de lixa para dar um jeitinho a uma mesa Luis XV e ela (portanto, a que vai mudar de sexo) espetar uma solha na outra (a fonga!), é mais um caso de violência machista sobre uma mulher indefesa ou são duas galinhas à bulha?

Sabem o que é que eu acho? Acho que no tempo em que víamos a Heidi, o Pedro e o avô nos Alpes a comerem sossegados numa cabana, era tudo muito mais simples e fácil de perceber.

Ruim
no facebook

Sem comentários:

Publicar um comentário

Uma por dia tira a azia