17 maio 2012

«Bater no fundo» - Patife

É com lamentável pesar que vos informo que hoje estou muito em baixo. Apenas eu, que o Pacheco, esse, está sempre em cima. Mas hoje acordei em sobressalto com uma louraça que forniquei a bom fornicar há umas semanas e que hoje resolveu vir tocar-me à campainha. Dizia ela que queria acertar contas comigo. Ora eu apenas preciso de acertar conas por isso virei-me para o outro lado. Mas a magana não desistiu. Aproveitou a saída de uma vizinha e toca de subir ao meu andar para me bradar impropérios mesmo à porta de casa. É o que dá deitar-me com mulheres criadas na Madragoa. E toca de berrar: Ah e tal que te vou chegar a roupa ao pelo. Pois se ainda fosse para eu lhe chegar a roupa ao grelo, talvez abrisse a porta, e aí ela poderia dar um ar da sua pachacha. Por isso hoje não estou muito bem disposto. É que com este episódio acho sinceramente que bati no fundo. Mas não fiquem preocupados. Bati no fundo, mas foi no fundo da pachachona dessa louraça de conaça lassa.

Patife
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