23 outubro 2017

«Eu poderia escrever uma crônica rancorosa (mas não vou)» - Cláudia de Marchi

Algo pesado sobre os ataques virtuais que minha imagem sofreu esta semana no Facebook e Youtube. Sobre o ataque sofrido por ex-alunas e amigas que tiraram sarro do ser humano patético que me perseguiu nas redes.
Sobre os e-mails que deleto depois da quarta linha escrito por algum ou alguma passo-fundense ou marausense infeliz e triste que recebo todos os sábados. Quiçá um dos tantos ex babacas que tive? Quiçá uma invejosa? Não me importa.
Verifico ódio e rancor nisso tudo e, como eu já escrevi numa crônica antiga, o ódio a quem não lhe fez nenhum mal gratuito é recalque. É inveja. É desconforto com a alegria, sucesso e paz do “odiado”.
Eu escolhi viver de sexo. Aos 34 anos eu resolvi viver do que mais gosto de fazer, além de escrever, ler e assistir filmes. Não me interessa se os outros acham isso ruim ou pesaroso. Não me interessa se o fato de eu não ter 24 ou 18 anos incomoda alguém.
Eu sei fazer sexo, eu sei gozar e tenho prazer em cada relação. Com qualquer parceiro que tenha no mínimo uma mão e uma língua. Se tiver um belo pênis, ótimo! Isso incomoda você? Problema seu. Não incomoda a quem me procura. E volta, 9 em 10 vezes volta!
Pode escrever e-mails longuíssimos falando o que você pensa. Pode fazer perfil fake. Pode sim me caluniar, injuriar ou difamar. Eu não vou lhe responder. Seguidamente eu nem irei ler até o fim.
Eu estou assim, com esta cara pra você:


Você não gosta da minha cara? Problema seu. Eu a amo. Eu amo cada pedacinho do meu corpo que fica a cada dia mais saudável, bonito e durinho, do jeito que eu gosto. Por que? Porque eu faço muito sexo e sou feliz. Porque não tenho crise de ansiedade e me “afogo” em doces e besteiras.
Porque eu tenho tranquilidade de espírito. Ou melhor, eu a adquiri! Porque tenho o amor de quem me importa: mãe, pai, tias e alguns raros amigos. Porque tenho o amor da pessoa mais importante neste mundo: eu mesma.
Então, pode desabafar sua cólera e me mandar como desejar, você é livre para ser infeliz e patético. Você é livre para me odiar, todavia, convém avisar: quem você odeia, lhe domina o pensamento. Ou seja, o seu ódio me eleva e lhe rebaixa, me anima e lhe desanima.
Não pense que você irá tirar meu sono, não pense que e-mails me criticando irão me afetar. Se caracterizarem ilícito criminal, eu tenho procuradora para cuidar dos “seus” problemas à mim direcionados. Se não caracterizar nada, dispenso pra “lixeira” sem ler.
Por que não ser feliz gente? Com as suas opções. De cara aberta! Eu não sou a única acompanhante do mundo. Tem outras, mas o que em mim lhe incomodou? A minha fama? Eu ter ido parar no global G1? No Catraca Livre? Em demais jornais? Por que o meu brilho lhe incomoda?
Procure você brilhar! Procure ser feliz fazendo o que você faz, vivendo a sua vida, amando mais, se amando mais.
Não me culpe, também, se o seu parceiro me procurar. Se ele não vier aqui, ele irá até outra profissional. Tão boa quanto eu? Tão tarada? Não me interessa, mas ele irá. O problema das traições nunca é a acompanhante, a garota de programa, a colega de aula, a moça da academia, a secretária e etc.. Pessoas são infiéis quando descontentes em algum aspecto: sexual, afetivo, intelectual e etc..
Pessoas traem por falta de coragem de assumirem suas vidas e seguirem sozinhos. Livres para fazerem o que desejam. É comodo ter esposa, posar de bom pai de família nas fotinhos, é fácil dizer um automático “eu te amo” para a mulher. É fácil fingir felicidade, porque a sociedade “cobra” uma família de propaganda de margarina para que a pessoa seja “tida” como feliz.
Mas, então existe tudo aquilo que se faz quando ninguém está olhando: o choro calado, a ansiedade por estar numa relação entediante, as revistas, os filmes, a punheta no banheiro, a prostituta na sinaleira, a garota de programa que vai fazer “ponto” em hall de hotel, a acompanhante de luxo que leva uma bela vida e atende quem lhe parece interessante, inteligente e culto. Existe este “mar” de coisas que não se divulga, mas que estão, seguidamente, por trás de cada buque de flor recebido, presente ganho e romantismo repentino.
A culpa nunca é da outra. A culpa é de ambos. É da relação morna. A culpa é do desrespeito, da deslealdade e de quem lhe deve ela. Ninguém trai por acidente. Nenhuma mulher cai em cima de um pênis “sem querer”, nenhum homem “entra” numa vagina por acidente. Agora, não culpe o pênis ou a vagina alheios pelo ato de quem foi até eles.
Menos machismo, mulherada! Menos culpabilização da outra, da estranha, da que, seguidamente, não quer nada de afetivo do seu marido. Quem lhe deve fidelidade é ele!
Aprenda a respeitar as outras. Aprenda a respeitar quem faz o que você não gosta. Você não precisa gostar, você precisa respeitar. Respeito, não praga religiosa! Respeito, não discurso moralista! Respeito, não mimimi “moral e bons costumes”.
Não gosta deste site? Não gosta da Cláudia de Marchi? Não gosta dos posts no @claudemarchi? Entra por que? Segue por que? Eu sou tão importante assim pra você? Este site é para adultos, não para crianças. Entra quem quer, lê quem gosta.
Se você não gosta, mas ainda assim é leitor, então, amigo, procure um psiquiatra, você precisa de tratamento. O site é meu e eu escrevo sobre o que bem entendo, problemático é quem não gosta do que tem aqui e, ainda assim, me visita, aumentando minha fama, meu saldo bancário e minha alegria, por ver que, realmente, ser gostosa pode não ser chato pra mim, mas é pra você! (Risos...).
Siga o exemplo de quem você tanto detesta, mas tanto “persegue”: seja feliz, cuide do seu nariz e se liberte de suas amarras interiores! Assuma-se e tenha paz. Uma imensurável paz que nenhum ser humano esquizóide, infeliz e babaca irá lhe tirar.

Simone Steffani - acompanhante de alto luxo!

8 comentários:

  1. Pois quando uma acompanhante conhece a esposa de um cliente e ouve a pergunta: ele disse porquê?" é tramado, a mim aconteceu-me duas vezes, incestuosamente, elas mudaram a sua atitude, eles pediram desculpas e o casamento dura até hoje. E quando nos encontramos , cumprimentamo-nos porque somos conhecidos eeducados.

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    1. São tão interessantes, esses episódios de que ninguém fala...

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    2. Sim, uma "puta" salvar casamentos, irónico... Mas as mal amadas somos sempre nós. Bem comidas e pagas para isso, essa perspectiva ninguém atinge...

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    3. Por isso gosto destes textos da Cláudia de Marchi. Aprendo muito.

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    4. tenho muita pena que não tenhas conhecido o meu blog dessa época, eu gosto de alguns textos dela mas acho que exagera em alguns.

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    5. Fizeste bem... mas é pena... mas fizeste bem...

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